HÁ UMA NOVA ESTRELA NA GALÁXIA


A modos que ainda penso estar a sonhar e tenho de fazer um esforço para não andar a dizer a todas as pessoas que se cruzam comigo "O NOVO STAR WARS ESTÁ TÃO BOM TENS DE IR VER!". A sério, a dada altura nas última semanas senti assim um dejá vu das prequels e receei apanhar uma grande desilusão, mas afinal foi tudo nervoso miudinho. O filme está belíssimo, muito por culpa de uma equipa de realização e produção atenta aos pormenores e de um elenco muito, mas muito bem escolhido.

Desse elenco destaca-se a quase estreante Daisy Ridley, de 23 anos, que passou do anonimato à velocidade da luz em meia dúzia de dias. A sua personagem Rey traz em si  muito da alma e coração deste filme, uma heroína cativante e magnífica.


E mais não se pode dizer, que spoilers são coisa feia e esta história de uma galáxia infinita merece ser vista num grande ecrã. Deixo-vos os modelitos que Daisy tem usado na tournée da estreia, e muito bem escolhidos:


Chloé para a estreia mundial em Los Angeles...


... e Roland Mouret para a estreia europeia em Londres.


É caso para dizer: There's been an awakening. Have you felt it? The Dark side, and the Light.

Blanco: regresso às origens

Eu ainda sou do tempo em que a Blanco, acabadíssima de chegar a Portugal e com lojas só no Norte, tinha belíssimas peças de cabedal e pêlo. Lindas mesmo, originais, de boa qualidade e a preços simpáticos De há uns anos para cá essa bonança desapareceu mas parece que a marca está a voltar ao que já fez muito bem em estações passadas:

Casacão pêlo € 249,99 € 124,99
O que é melhor que ir à Black Friday? É ter uma mãe cheia de estilo que veste o mesmo número que nós e vai à Black Friday. Este casaquinho de pêlo de coelho veio residir para a maison patuxxa após uma incursão à loja do Parque Nascente. Os receios que tivemos em encomendar online revelaram-se infundados pois o casaco é mesmo lindo e perfeito ao vivo, e bem leve e confortável. E continua em saldo!

Biker pele fechos correr € 199,99
Eu creio que já mencionei aqui umas dez ou vinte vezes que tenho uma obsessão por blusões de cabedal, por isso quando recebi a newsletter de hoje até vi estrelas. Na verdade o blusão preto perfeito ainda não tenho, por isso este aqui será alvo de investigação exaustiva na próxima visita à loja!

"review": Sunday Riley Artemis Hydroactive Cellular Face Oil


Há uns bons tempos que tinha os óleos faciais da Sunday Riley debaixo de olho. Com efeito, desde que esta marca lançou o primeiro trio de óleos Artemis, Juno e Isis, que a blogosfera tem sido unânime em tecer elogios a todos os três. Entretanto parece que o Isis terá sido descontinuado (facto do qual só me apercebi quando fiz a pesquisa para escrever esta entrada), mas surgiram dois novos óleos, o Flora e o Luna, pelo que a gama actual conta com quatro óleos faciais de tratamento, cada um com diferentes propósitos e para diferentes necessidades.

Para escolher o óleo mais indicado à minha pele guiei-me por esta review da Skin & Tonics e esta da Caroline Hirons, bem como (um bocadinho de memória) pelas impressões da Coisas & Cenas que no seu blog entretanto encerrado partilhou igualmente a sua opinião sobre os mesmos. Acabei por escolher o Artemis pois este óleo destina-se a peles mistas e oleosas e promete uma acção anti-inflamatória, purificante e anti-vermelhidão. Ou nas palavras da Caroline Hirons, aimed at a slightly confused skin, o que descreve bastante bem o meu caso.

A demora acabou por dar frutos, porque recentemente o preço dos óleos Sunday Riley baixou. Antes andavam todos acima dos €100 (ou pior, graças ao câmbio da libra) mas agora andam entre os €70 aproximadamente para o Artemis aos €100 para o Luna. Acabei por comprar o Artemis este Verão quando a Cult Beauty fez uma promoção de 15% de desconto. Comecei a usá-lo a meio de Setembro e passados quase três meses de uso diário, creio que devo ter produto para mais uns seis meses (esta foto é do início de Outubro) de utilização diária na medida certa.

Como faço com todos os óleos faciais, uso o Artemis exclusivamente à noite, como último passo da rotina de limpeza e cuidado. Tem um cheiro maravilhoso a limão doce e ervas campestres (originário do óleo de eucalipto Lemon Ironbark), que traz logo todo um componente de bem-estar à aplicação. A textura é rica mas não demasiado espessa ou gordurosa, e quatro gotas aquecidas nas palmas das mãos bastam-me para massajar rosto e pescoço.

Pela manhã o resultado é uma pele descansada e nutrida. Não faz milagres - nenhum produto o fará por si só - mas tenho sentido a pele bastante equilibrada, nem demasiado oleosa nem desidratada. As pequenas imperfeições e respectivas marcas saram mais depressa, e nota-se uma certa luminosidade no tom de pele em geral. É um dos melhores óleos faciais que já usei, e recompraria sem pensar duas vezes.

Ingredientes: óleos essenciais de Eucalyptus Staigeriana (eucalipto Lemon Ironbark), Backhousia Citriodora (murta limão), Citrus Paradisii (toranja rosa), Punica Granatum (romã), Nigella Sativa (cominho preto), Silybum Marianum (cardo-leitoso) e Linum Usitatissimum (linhaça).

Podem encontrar a marca Sunday Riley na Cult Beauty, no Space NK ou no Net-a-Porter. Actualmente o preço mais favorável encontra-se no Net-a-Porter que vende em euros, mas pode ser vantajoso comprar na Cult Beauty ou no Space NK quando estes sites oferecem os seus míticos goody bags.

007 SPECTRE (e uma reflexão sobre irrealismo no cinema)


Depois do estupendo 007 Skyfall ter colocado a fasquia incrivelmente alta, os produtores dos filmes James Bond decidiram que em equipa que ganha não se mexe, e voltaram a contratar o realizador Sam Mendes. Aposta ganha. 007 SPECTRE mantém a qualidade e brilhantismo do filme anterior. É simplesmente fantástico.


Desde logo tem uma das melhores aberturas de toda a série Bond, uma perseguição durante uma parada do Dia de Los Muertos na Cidade do México. Depois tem Monica Bellucci, divinal, numa passagem infelizmente fugaz.


Alguém devia ter avisado a produção  que existe uma quota mínima de Monica Bellucci, porque este filme não a atinge. É um dos pequenos reparos que tenho a fazer ao argumento do filme (o outro tem a ver com uma certa opção narrativa e não vou mencioná-lo aqui, porque é spoiler).


Em Skyfall e também neste SPECTRE, os colaboradores de Bond no MI6 têm uma presença maior do que até aqui habitual na série Bond. Moneypenny, M, Q e Tanner formam uma equipa invejável que não fica atrás do próprio James Bond em coragem e lealdade à pátria inglesa. E o Q é um geek tão querido que dá vontade de levá-lo para casa.


A outra presença feminina no filme é a francesa Léa Seydoux, que consegue evitar certos estereótipos das chamadas "Bond girls" e revelar substância. Infelizmente a sua personagem Madeleine Swann protagoniza aquele que eu considero o grande momento de irrealismo do filme, e não posso deixar de fazer um sério reparo à equipa de maquilhagem e guarda-roupa para que erros destes não voltem a repetir-se. 

(nos parágrafos seguintes discutem-se pormenores do enredo, vulgo spoilers)


Então o que se passa é que a dada altura Bond e Madeleine estão algures em Marrocos num comboio chique. Os produtores da série Bond claramente têm uma obsessão por comboios chiques tipo Expresso do Oriente, daqueles onde as pessoas se vestem para jantar em mesas com toalhas brancas e copos de cristal, e há empregados que nos passam a roupa a ferro. Há pelo menos mais dois filmes 007 com comboios chiques: Da Rússia com Amor, protagonizado por Sean Connery, e o primeiro filme de Daniel Craig, Casino Royale.

É tudo muito bonito e romântico, quiça utópico para quem viaja habitualmente na CP. O mais próximo que alguma vez estive disto foi há umas semanas, em que calhei de partilhar a carruagem com um animado grupo que regressava de uma feira de vinhos e passou toda a viagem de Lisboa até à Invicta a oferecer vinho do Porto aos ocupantes da carruagem...


Como é possível ver pelas imagens, Madeleine está impecavelmente vestida e maquilhada, com batom vermelho e unhas a condizer. Mas o jantar algo romântico é interrompido pelo grandalhão (outro clássico dos filmes Bond é a existência de dois vilões: o cérebro e o grandalhão), que dá um enxerto de porrada ao Bond até que a Madeleine lhe prega com dois tiros e conseguem livrar-se dele. Depois entra o instrumental da música do Sam Smith e já estão os dois a enroscar-se na carruagem cama.


No dia seguinte saem do comboio no meio do nada, a Madeleine irrepreensivelmente french chic com a sua roupinha passada a ferro... e as unhas dela já não estão vermelhas.

Isto, senhores da produção, isto é irrealista. Eu aceito as piruetas de helicóptero, as explosões e os gadgets sem problema. Agora isto não tem ponta por onde se lhe pegue. Porque o que me estão a dizer é que esta mulher tem o Daniel Craig na cama e em vez de abusar pecaminosamente dele durante a noite toda, a dada altura resolveu ir arranjar as unhas.

Creio que todos que me lêem concordarão que ninguém no seu juízo perfeito tomaria uma tal opção. Tenho dito.

"review": ZOEVA En Taupe


A Zoeva, criada em 2008 pela maquilhadora Zoe Boikou, começou como uma marca de pincéis de maquilhagem com belíssima relação qualidade / preço, e que eu recomendo sem pestanejar: possuo o conjunto Rose Golden original e mais dois ou três isolados que comprei entretanto, e adoro-os a todos. Neste momento, não troco a Zoeva por uma MAC, e tornou-se a minha marca de preferência para pincéis de maquilhagem.

Mas não contentes com a qualidade dos seus pincéis, a Zoeva aventurou-se na maquilhagem propriamente dita mantendo excelente qualidade a preços imbatíveis. Estragam-nos com mimos, é o que é. Soube que havia amor no ar no primeiro dia em que entrei na Kitchen Make Up e passei os dedos pela Mixed Metals, a minha primeira paleta de sombras da marca. Entretanto vieram mais uns batons e outra paleta, a Cocoa Blend. Tudo maravilhoso.


O novíssimo lançamento da Zoeva é a paleta En Taupe, criada à volta desse tom mítico que não é bem bege nem é bem cinza, o taupe ou toupeira. À primeira vista receei que os tons da En Taupe fossem demasiado claros e/ou frios para mim, que tenho pele média e de subtom amarelo. Também me pareceu que faltava um tom mais escuro na paleta para criar um look completo. No entanto, após as primeiras experiências, percebi que os tons da En Taupe são suficientemente versáteis para se adaptarem a diversos tons de pele (e nomeadamente à minha cor de Inverno), e que o tom mais escuro, a sombra Old Master, tem profundidade suficiente para criar um esfumado em equilíbrio com as demais cores. A En Taupe é, pois, uma concorrente de peso às Naked da Urban Decay, às quais ganha aos pontos em preço e não fica absolutamente nada atrás em qualidade. Ora vejamos:


  • Stitch by Stitch: bege marfim mate
  • Handmade: pêssego claro metalizado
  • Gallery: toupeira claro mate
  • Hour by Hour: rosa pêssego mate
  • Old Master: castanho arroxeado mate com pequeníssimos e esparsos brilhos rosados
  • Spun Pearl: branco perlado
  • Sheers & Voiles:  cinza claro perlado com reflexos rosa muito suaves 
  • Outline: toupeira metalizado de base quente / acastanhada
  • Wrapped in Silk: toupeira metalizado de base fria;
  • Exquisite: chocolate de leite mate

As sombras aplicam-se todas com grande facilidade e até requerem mão leve de tão pigmentadas que são, destacando-se a Spun Pearl e a Outline que são pigmentadíssimas. As metalizadas são um bocadito mais pigmentadas que as mates, que por sua vez são ligeiramente mais poeirentas, no entanto maquilhei-me com toda a naturalidade sem precisar de limpar pigmentos do canto do olho ou das faces, como por vezes acontece.

Trata-se de uma paleta que permite a criação de diversas maquilhagens naturais e apropriadas para o trabalho sem grande esforço, pois as sombras aplicam-se e esfumam-se com grande facilidade. Moral da história: se soubesse o que sei hoje, não tinha gastado tanto dinheiro na Urban Decay...

Produto gentilmente cedido pela Kitchen Make Up Boutique para review.

quatro aromas para o Outono


Alaïa Paris é o primeiro perfume do estilista Azzedine Alaïa, criado pela perfumista Marie Salamagne. Inclui notas de pimenta rosa, frésia, peónia e almíscar. Desde o lançamento das suas primeiras colecções nos anos 80, Azzedine Alaïa sempre teve uma carreira marcada pela sua personalidade e individualismo, nunca foi de seguir tendências mas de criá-las. As suas peças estruturadas e recortadas são clássicos modernos. 

Ao conceber o seu primeiro perfume, Alaïa falou à perfumista das suas recordações de infância na Tunísia e em especial da memória da sua avó deitando água fresca sobre as pedras do pátio em dias de calor, e do cheiro dessas pedras molhadas à medida que a água se evaporava ao sol. Achei a ideia tentadora, até porque adoro, adoro o cheiro da terra molhada depois de uma tempestade de Verão. Este efeito surge no perfume de forma bastante subtil. Começa como um floral suave, depois vai ficando só a base almiscarada. Gostei do perfume e achei-o bastante original. Não sei bem se me apetece comprá-lo. Precisa de mais um ou dois test drives.


Mod Noir é o penúltimo lançamento de Marc Jacobs e chegou-nos mesmo a meio do Verão. É um floral centrado na gardénia com notas de clementina e yuzu (um citrino asiático), verdes (1), lírio aquático, gardénia, magnolia e tuberosa, almíscar, flor de laranjeira e nectarina. Foi criado pelo perfumista Jean-Claude Deville.

(1) Nunca sei como traduzir a expressão «green notes» que se encontra frequentemente nas descrições de certos perfumes modernos. Suponho que a ideia não seja cheirar a relva...

O frasco é lindo e o conceito também. Tinha grandes esperanças para este perfume. Mas passados dois minutos de o pulverizar na pele já queria lavar a mão... Há aqui qualquer coisa me que desagrada profundamente e não sei bem dizer o que é, provavelmente a conjugação das notas verdes e da gardénia. É uma questão de gosto pessoal, naturalmente - como o são todas a nível de estilo, e nos perfumes em especial.


Outro frasco lindo, outra desilusão. Miu Miu é o primeiro perfume da marca, criado pela perfumista Daniela Andrier. Inclui notas de jasmim, rosa, lírio do vale, verdes, e madeira akigala. Eu gosto da maioria dos perfumes da Prada, marca da qual a Miu Miu é a «mana mai'nova», que acho elegantes e em perfeita consonância com o conceito da marca. Não consigo dizer o mesmo deste perfume. Não encontro nele a irreverência da marca Miu Miu. É um floral simpático, mas mais uma vez e tal como o Mod Noir, aquelas notas verdes no início enjoam-me. 


Depois de duas desilusões, não estava sequer à espera que o novo Decadence da Marc Jacobs já estivesse disponível por cá. Nunca liguei aos perfumes da marca porque os achava algo juvenis, e como referi acima, a minha experiência com o Mod Noir foi muito má. Mas ontem fui espreitar a maquilhagem Marc Jacobs à Sephora e acabei por experimentar este perfume, criado pela perfumista Annie Buzantian. É um perfume «crescido», para um dia de Inverno ou uma saída à noite: tem notas de ameixa italiana, açafrão, íris, rosa búlgara, jasmim Sambac, âmbar, vetiver e madeira de papiro. 

Não gosto assim muito da nota de abertura (deve ser a ameixa italiana, porque não sou fã de frutados), mas depois dos primeiros segundos este perfume transforma-se num oriental amadeirado muito bom. Surpreendeu-me, tenho de dizer. Nas notas de fundo lembra um bocadinho o Coco Noir mas menos doce. Dei por mim a cheirar a mão várias horas depois de o ter aplicado, o que é sempre sinal de uma boa impressão. 

E o frasco é um amor. Imita uma pequena clutch com corrente metálica e uma borla de franjas negras. Parece-me que há aqui inspiração certeira no frasco original de parfum do icónico Opium da Yves Saint Laurent, que também tem uma fitinha e uma borlinha de franjas. Claro que o Decadence será sempre infinitamente mais comportadinho que o Opium, supra-sumo dos orientais, mas há que dizer, Marc, estás desculpado pela desilusão do Mod Noir. Continua assim que vais bem,

"review": Clique One C10 + Clique One E5


As minhas desculpas por não ter conseguido fotografar as embalagens em condições e ter de usar stock photos, mas isto é traiçoeiro de apanhar a legenda e o meu velhinho iPhone 3GS já não vai lá. No entanto não podia deixar de partilhar a minha (boa) opinião sobre estes produtos dos Laboratórios Medinfar que não só são uns séruns muito simpáticos e a preço de amigo, como também são incrivelmente práticos para levar em viagem ou férias.

Curiosamente não descobri este produto através da internet ou dos blogues, mas sim em conversa com uma colega de escritório a quem o dermatologista lhe tinha recomendado os Clique One. Não descansei enquanto não fui à parafarmácia do El Corte Inglès comprar as três variedades. Cada embalagem custou cerca de € 16.

Os Clique One são séruns que se apresentam em embalagens de 28 monodoses, suficientes para um mês de tratamento. Existem três variedades com três princípios activos diferentes:
  • E5 contém Vitamina E na concentração de 5% e destina-se à protecção anti-radicais livres e regeneração da pele;
  • C10 contém Vitamina C na concentração de 10% sob a forma de ácido L-ascórbido e promove a regeneração cutânea, a síntese do colagénio e a diminuição da hiperpigmentação;
  • A15 contém Vitamina A (retinol) na concentração de 0,15% e destina-se a regenerar a pele danificada ou acneica promovendo a aceleração do ciclo de renovação celular.
Estes séruns têm os princípios activos numa base de silicone portanto sentem mesmo aquele efeito quando os aplicam. Explicou-me a Make Down há um par de anos que o silicone estabiliza as vitaminas evitando que as mesmas se degradem (o que poderia acontecer se o "enchimento" fosse por exemplo água, porque a água tem oxigénio na molécula e o oxigénio... oxida). 

Sob recomendação da Bola de Sabão usei durante as férias e tempo de praia o sérum E5 de manhã, para proteger a pele da exposição solar, e o sérum C10 à noite, para promover a regeneração. Tenho a dizer que gostei bastante de ambos. Tirando o facto de ter ganho uma corzinha ao de leve (eu não apanho sol directo na cara, baixa-me as tensões), chegado Setembro nem parecia que tinha estado uma semana a apanhar sol, vento, sal, suor e camadas de protector solar na cara. E umas três manchitas que tinha depois de ter feito má reacção a um sérum da Caudalie desapareceram por completo.

Nenhum dos séruns me provocou qualquer tipo de irritação ou reacção. O C10 às vezes arde um bocadinho a aplicar, mas é momentâneo e desaparece em segundos.


Os Clique One apresentam-se em monodoses dentro de embalagens que são umas práticas rodinhas de plástico. Solução mais travel friendly não há! Mais: após alguma pesquisa cheguei à conclusão que o Clique One C10 de Vitamina C tem ingredientes quase idênticos às Vitamin C+ Overnight Repair Radiance Capsules da Una Brennan, que experimentei no ano passado, com a diferença de ser metade do preço para a mesma quantidade de produto!

A única nota que tenho a apontar é que o C10 pode manchar a roupa de dormir ou de cama com umas manchas amarelas, coisa que já me aconteceu com outros produtos com Vitamina C activa. Mas sai na lavagem, não se preocupem.

Quanto ao A15, que é um retinol, estou a guardá-lo mais para o Inverno e a seu tempo partilharei a minha opinião. Para já, o C10 e o E5 estão totalmente aprovados.
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