express #001: The Body Shop Fuji Green Tea

Inauguração expresso de uma rubrica igualmente expresso para dar novidades rápidas: ontem passei de fugida no centro comercial e reparei na nova linha da The Body Shop. Experimentei a colónia e passada meia hora ainda estava a cheirar a mão, o que é sinal certo que temos coisa boa.


Chama-se Fuji Green Tea e como o nome indica é à base de chá, aroma relaxante e refrescante para os dias quentes que se avizinham (sim, vamos acreditar que eles vêm aí). A colónia tem notas de chá verde, bergamota, limão, tangerina, camélia, jasmin e violeta. A linha de corpo usa chá verde do monte Fuji no Japão e inclui, para além dos clássicos da The Body Shop, um inovador "chá de banho", que são sais de banho que vêm numa latinha de chá e até trazem um "infusor" para prender à torneira, deixando que a água corrente dissolva os sais na água do banho. Adorei! Tenho de explorar melhor a linha (ontem estava mesmo com pressa e com a carteira meio carregada de compras de supermercado, rásparta a história dos sacos de plástico) mas acho que pelo menos a colónia virá morar comigo.

campo de girassóis

Está tudo amarelo. Mais do que isto só quando plantam girassóis na Avenida da Liberdade para o piquenique-concerto do Tony Carreira. As cores fortes chegaram a anunciar o Verão (uma espécie de Verão, vá), com especial destaque para o amarelo. De repente tudo o que é marca desatou a fazer carteiras amarelas. Já estão fartos de saber que eu adoro cores vivas. Não me estou a queixar.

Patrizia Pepe | Purificacion Garcia | Longchamp | Bimba Y Lola | Zara | Michael Kors

A verdade é que já nos saldos de Inverno tinha andado a namorar uma Patrizia Pepe amarela que apesar de estar a um preço convidativo, foi paixão de pouca dura. A carteira, como é mais ou menos perceptível pela foto acima, tinha as alças colocadas de uma forma entre o original e o esquisito, e eu comecei a recear que seria daquelas que fica no armário porque não dá jeito andar ao ombro.

FURLA Melody | Alissa | Candy | Alice

Mas realmente não precisava de me preocupar, porque anda aí tanto amarelo que às tantas vamos precisar de óculos de sol para olhar para elas, mesmo que o céu continue nublado. Então entrar nas lojas da Furla é quase arriscar um descolamento de retina, porque esta estação quase todos os modelos têm uma versão em amarelo. Eu até gosto bastante da Furla e tenho várias carteiras da marca, mas irrita-me que de há uns anos para cá andem a salgar os preços... De maneira que outro dia visitei uma loja quando estavam a fazer aquela promoção em que os pontos valem por dois, mas algo céptica de encontrar uma carteira assim mesmo apaixonante que não custasse um salário mínimo. A menina da loja mostrou-me as Alice e depois abre uma gaveta e tira uma Melody amarelo-açafrão e nesse momento até dei um gritinho (na loja online europeia não aparece a versão amarela, mas existe) e soube imediatamente que aquela carteira ia ser minha. É muito prática e confortável de usar ao ombro e um bocadinho Tetris, mas com jeito dá perfeitamente para o dia-a-dia.


FURLA Plume | Dolly | Piper | Alice Shoulder

E neste momento existirá invariavelmente um familiar do sexo masculino que me pergunta, mas precisas de ter carteiras de todas as cores do arco-íris? e eu responderei naturalmente que sim!

entre Marx e o Diabo


Um belo dia, na Primavera passada, a catástrofe abateu-se sobre mim: a Amazon.co.uk deixou de oferecer portes grátis. Em bom português, acabou-se a mama, e eu fui obrigada a refrear as minhas compras online porque os portes passaram mesmo de zero para obsceno. Claro que ainda tinha a Bookdepository.com, que ainda faz entregas grátis, mas como envia pelos correios (a Amazon.co.uk entrega pela transportadora MRW), tem o problema de demorar quase o dobro e ainda nos obrigar à ocasional visita à estação dos CTT para levantar as encomendas mais pesadas.

Ora eu subscrevo a tendência marxista (corrente Groucho Marx) que consta da citação acima: «outside of a dog, a book is man's best friend; inside of a dog, it's too dark to read», e esta pobreza franciscana de leituras estava a irritar-me sobejamente de uns tempos para cá. Eu leio imensa coisa em inglês, entre obras que não editam por cá, a obras das quais desconfio da qualidade das traduções portuguesas (eu sou uma grammar nazi em duas línguas e ainda uma translation nazi, creio que pior que isto não há...)

E assim veio o dia em que eu ponderei a aquisição de um e-reader. Assumo que isto, para mim, era o equivalente a vender a alma ao Diabo. Eu adoro livros. Cresci rodeada deles, a devorar a Colecção Vampiro de Bolso e os Livres de Poche da minha Mãe. Adoro o cheiro dos livros antigos, o toque e a cor amarelada do papel, e adoro igualmente o cheiro de um livro novo e a perfeição de uma página branca acabada de imprimir, qual camisa engomada. Casa ou divisão onde eu viva enche-se de livros, de forma tão natural como uma árvore cresce e dá frutos.

Mas fui fazendo contas e mais contas, até chegar à conclusão que um e-reader apresentava determinadas vantagens relevantes. É mais leve e permite aceder a grande número de obras em viagem, por exemplo. As obras no domínio público encontram-se frequentemente em edições muito baratas e até gratís. Não é necessário esperar que uma obra recém-lançada chegue cá, e poupam-se os portes em comparação com uma eventual compra nas lojas online estrangeiras.

Depois de várias pesquisas e comparações entre modelos, escolhi o Kindle Paperwhite, muito porque a variedade de livros oferecida na loja online da Amazon me pareceu a melhor. Sim, isto foi mesmo fazer um pacto com o Diabo...

Estes senhores vendem o Kindle em todas as suas lojas online, mas para Portugal só é possível encomendar através da loja americana (o que é francamente ridículo, afinal a Amazon.es está mesmo ali ao lado). De há uns tempos para cá, a loja americana da Amazon trabalha com a UPS para assegurar o desalfandegamento automático das encomendas. Durante o processo de checkout calculam-se automaticamente os portes e as taxas a pagar, e o envio é extremamente rápido. Encomendei na quinta à tarde, recebi na madrugada de sexta a notificação de envio, na sexta à tarde telefonaram-me da UPS a pedir o nome completo e o número fiscal, e chegou segunda-feira de manhã!


Hoje em dia a compra de um equipamento electrónico envolve sempre pensar na respectiva protecção. Estive tentada a comprar uma capa da própria linha da Amazon, mas estas já não se podiam encomendar da loja americana e teriam de vir de uma das lojas europeias, onde são mais caras. Além do mais, verifiquei que vários clientes na Amazon.es se queixavam que as capas começavam a "desfazer-se" ao fim de um ano. Desconfiei...

Decidi então pôr a uso um tutorial de costura para bolsa em tecido que tinha guardado. Já falei aqui algumas vezes das minhas parcas incursões na costura, com modestos resultados. Não pratico tanto como gostaria e às vezes tenho dificuldade em seguir as instruções, especialmente se estiverem em inglês. Portanto para me imaginarem a costurar, pensem naqueles episódios do Mr. Bean em que ele tenta fazer qualquer coisa com resultados mais ou menos catastróficos (como a cena do peru de Natal). Após várias peripécias que envolveram adaptar as medidas de iPad (que eram as medidas original do tutorial) para o Kindle, costuras erradas que precisaram de ser desfeitas, e ajustes aos moldes já a meio caminho do procedimento...


... sim, hoje a geringonça chegou e encaixa perfeitamente no raio da bolsa! Palminhas para mim!

um contributo para a sociologia da mala de mão

Há quem divida as carteiras de senhora em categorias como clutch, shopper, messenger, mala de mão, mala a tiracolo, bucket bag, mochila, etc. São pessoas que não sabem o que dizem. A verdadeira nomenclatura das carteiras, vou eu agora partilhá-la convosco.


Começamos pela Sport Billy: quem foi criança nos anos 80 ou ouviu a rubrica Caderneta de Cromos do Nuno Markl lembrar-se-á que o Sport Billy era um desenho animado destinado a promover a prática do exercício físico e desportos variados, sob os princípios da amizade e desportivismo. O protagonista Sport Billy tinha um saco de ginástica mágico onde cabia tudo, mas mesmo tudo. Entravam e saíam do saco do Sport Billy ténis, raquetes, bolas, tacos de hóquei, patins, etc. Claro que só um homem poderia considerar que um tal objecto tem poderes mágicos; uma mulher chama a isto uma "carteira para o dia a dia" e em vez de equipamento desportivo a sua Sport Billy debita óculos de sol, telemóveis, agendas, iogurtes, livros, fruta, lenços de papel, bolsas de maquilhagem, tablets e outros itens inomináveis.


A Game Boy é o absoluto inverso da Sport Billy. Descendente das carteiras usadas no tempo em que só precisávamos de chaves, porta-moedas, pó de arroz e batom, destoa num mundo em que andamos com a casa às costas. É pequena, manejável e evita o risco de escoliose associado à Sport Billy. O problema é que encaixar coisas lá dentro é como jogar Tetris.


Às vezes estas duas espécies associam-se no fenómeno chamado Pacman: a Sport Billy tem uma Game Boy lá dentro, que sai à hora do almoço ou à noite enquanto a Sport Billy fica a descansar.


A Continente (que pode considerar-se uma subespécie da Sport Billy), que os eruditos designam por shopping bag, é uma carteira de linhas simples, modelo rectangular, alças finas de levar no ombro, frequentemente aberta embora também existam modelos fechados. A grande hecatombe dos sacos de plástico a dez cêntimos ocorrida no início deste ano veio revelar de uma vez por todas a semelhança deste modelo com os sacos reutilizáveis vendidos nas grandes superfícies. Não deixa de ser minimalista e chic, mas requer atenção na rua e nos transportes públicos porque é muito fácil meter a mão lá dentro.


A Disco Ball é, bem, muito vistosa. Muito, mesmo. Aconselhamos a não olhar fixamente para ela, pois pode provocar problemas de vista ou até descolamento da retina. Eu própria receei pela minha saúde quando introduzi o termo de pesquisa "sequined handbag" no Google Imagens. A Disco Ball encontra-se em todas as marcas e gamas de preços, mas o seu habitat mais comum são os estabecimentos de comércio chinês.


A Sambódromo caracteriza-se por uma profusão de cores, lantejoulas, cabedais, tecidos variados e penas, às vezes tudo junto na mesma carteira. Pretende ser "étnica" e "exótica" mas tem tanto de genuíno como os fatos que desfilam na Marquês de Sapucaí. Bem feita, alegra o olhar e pode fazer um look; mal feita, lembra os destroços de um atentado bombista numa retrosaria. 


Terminamos com a clássica Sra. Ministra. As discretas carteiras de Margaret Thatcher ganharam no meio político inglês uma tal dimensão lendária, que originaram a expressão "handbagging" para descrever o acto de tratar os outros de modo frio e implacável - nascida do modo assertivo e quase intimidante como a Primeira-Ministra pousava a carteira em cima da mesa. A Sra. Ministra é a carteira de eleição das nossas avós e tem voltado a adornar muitos braços graças ao ressurgimento da estética vintage. Nunca subestimem uma mulher com uma Sra. Ministra ao braço.

duetos imprevistos

Como mencionei na entrada anterior, o Inverno tem proporcionado algum alívio da rosácea (com a ajuda dos hidratantes adequados), mas durante o mês de Janeiro tive mais uma crise de acne hormonal que me deixou com algumas marcas de pigmentação na zona do queixo. Como terminara vários produtos entretanto, escolhi a "ronda" seguinte tendo em conta a necessidade de reduzir essas marcas.

Em primeiro lugar entrou em campo o creme hidratante e regenerador Endocare Gelcream (apesar do nome é mesmo um creme), produto com o qual tenho uma história que acabei por nunca relatar aqui. Sucede que em 2007 eu tive varicela em adulta, fiquei com a cara cheia, cheiinha de chagas e mal pude sair de casa fui a correr a um dermatologista. Tive a sorte de encontrar um profissional que inspirava confiança - que se veio a revelar bem merecida - e desde logo tranquilizou o meu pânico, receitando-me uma rotina de produtos simples (e até baratos...) para cicatrizar primeiro, e depois eliminar as marcas de pigmentação. Na primeira fase, essa rotina era composta de água micelar Bioderma (foi ele que ma deu a conhecer, muito antes de aparecer por todo o lado), o Endocare Gelcream e em seguida protector solar Anthelios XL SPF 50+. E não podia lavar a cara com água, só com Bioderma (OK, eu fazia batota de vez em quando). Depois de um mês, passei a usar, só à noite e só nas marcas de pigmentação, um creme de retinol. Mais dois meses e as marcas tinham desaparecido todas. E olhem que isto foi no Verão e eu nem deixei de ir à praia, mas sempre com a cara barrada de protector solar!

O Endocare Gelcream integra uma gama de produtos feita pelo laboratório espanhol IFC, que contém um activo que o laboratório baptizou como "SCA Biorepair Tecnology, baseada na secreção de Cryptomphalus aspersa, um pequeno caracol terrestre". Sim, é baba de caracol (que pelos vistos os dermatologistas já conheciam e usavam anos antes de aparecer nas televendas...). Ora quanto aos outros cremes que por aí andam a dizer que fazem tudo e mais alguma coisa graças à baba de caracol, eu nada sei (e na verdade nem sei se tais cremes terão mesmo esse ingrediente), mas este Endocare Gelcream posso dizer-vos que resulta, ajuda mesmo a pele a cicatrizar mais depressa, e além do mais é um creme de textura muito hidratante e confortável e uma excelente base de maquilhagem. Por isso de vez em quando volto a usá-lo, e desta vez precisava mesmo.

Entretanto como terminei o sérum hidratante que estava a usar, passei ao A06 ácido hialurónico da État Pur, marca francesa que de vez em quando aparece no Showroomprivé. Quando me lembro que paguei € 11,50 por isto até me rio. É mesmo, mesmo bom e até gosto mais dele que do Hydraluron da Indeed Labs. Deixa uma sensação de hidratação e conforto imediatos na pele, e os efeitos continuados já se notam.


Para atacar as marcas de pigmentação que sobraram, pareceu-me a altura ideal para colocar a uso o Retinol Reface da Indeed Labs. Em Novembro passado aproveitei uma promoção de 2 por 3 na loja online da Boots para me abastecer de alguns produtos da marca, entre eles o Retinol Reface que decidi comprar alicerçada na boa opinião expressada pela Coisas & Cenas. Sendo um retinol, comecei a usar este creme dia sim dia não para dar tempo à pele para se habituar. No entanto, apesar da marca dizer que o Retinol Reface tem activos hidratantes e pode ser usado sozinho, eu sentia claramente a necessidade de aplicar hidratante a seguir. Por isso decidi aplicar um método a que chamam buffering ou "amortecimento" e que consiste em aplicar o retinol, deixar actuar cerca de meia hora e depois aplicar um hidratante.

Ora certo dia, logo nas primeiras aplicações, eu estava a sentir a pele tão repuxada ao fim dos trinta minutos, que deitei mão ao tubo de Embryolisse que tinha na gaveta (um bocado sem saber o que lhe fazer) e foi remédio santo. A minha pele no dia seguinte estava um sonho. Portanto a partir daí usei sempre o Embryolisse para fazer o amortecimento do Retinol Reface. Esta semana já experimentei usar o Retinol Reface duas noites seguidas e não sofri qualquer irritação.

A minha rotina base nos próximos tempos será pois A06 ácido hialurónico e Endocare Gelcream de manhã, seguidos de um protector solar (importantíssimo para quem está a usar retinol, nem pensem em não usar), e Retinol Reface seguido de Embryolisse à noite. Tão bem que eles se dão todos.

desaparecidos em combate #18: edição pele de Inverno

O Inverno bastante seco e frio que se tem feito sentir gerou efeitos algo invulgares mas não de todo indesejados na minha pele. Na verdade, já tinha reparado que quando vou a Londres ou a Paris no Inverno a minha pele parece normalizar nesses dias frios - os mesmos que deixam outras pessoas com a pele a estalar! No Verão a minha pele produz mais óleo e para além dos usuais inconvenientes, isso parece agravar-me a rosácea; no Inverno, com a produção de óleo normalizada, a pele fica relativamente calma e até suporta hidratantes mais reforçados.


Tenho evitado o risco de secura - sim, o tempo andou de tal forma que até a minha pele arriscava ficar seca e desconfortável - com uma rotina nocturna a que chamo carinhosamente a "sandes": sérum, hidratante e óleo, por esta ordem. A ideia é que o sérum e o hidratante penetrem nas camadas superiores da pele, enquanto o óleo cria uma camada protectora. Para esse efeito usei e terminei um dos meus favoritos de sempre, o Advanced Night Repair da Estée Lauder (aqui na versão Concentrate). Bem sei que é coisa velhinha mas a minha pele parece dar-se estupendamente bem com este sérum, por isso não discuto... No capítulo óleos terminei o Facial Oil 100% Organic da linha Boots Botanics. Esta linha é baratíssima e contém verdadeiros achados. O óleo custa £ 9,99 por 25ml (que podem ser ainda reduzidos com as costumeiras promoções da loja), contém como ingrediente principal o óleo de rosa-mosqueta ou rosa-canina, tem uma textura leve e é facilmente absorvido pela pele.

No capítulo matinal, terminei exactamente ontem de manhã o Ferulac da Sesderma, que comprei para testar e comparar com o CE Ferulic da Skinceuticals. Estes dois séruns partilham os mesmos activos principais e são essencialmente antioxidantes. A sua função principal é defender a pele dos danos provocados pelos radicais livres a que estamos expostos diariamente por acção da poluição, do sol, etc., e por isso se aplicam de manhã. A conclusão resumida é que o Ferulac custa metade do CE Ferulic, dura o mesmo e faz o mesmo efeito! Talvez venha a escrever mais detalhadamente sobre ele, pois é realmente um achado.

Usei durante os meses de Novembro, Dezembro e início de Janeiro um kit da linha Prolagene Lift da Decleor, ofereceram-mo em Abril do ano passado mas como achei o creme demasiado rico guardei-o para o Inverno! Também vou escrever a fundo sobre estes produtos, mas resumidamente achei o creme de rosto bom e o creme de olhos fraquinho. Agora não esperem nenhum lift como está no nome da linha, que isso é ficção científica seja que marca for!

Dos Cleansing Pads da Rodial já havia falado, e apesar da boa impressão achei o produto caro e não vou voltar a comprar. Dentro da gama dos exfoliantes ácidos, terminei igualmente o Doux Exfoliant da Clarins, que para o final já usava diariamente sem que o mesmo me tenha causado qualquer irritação. A marca considera-o indicado para pele sensível e eu estou tentada a concordar; este, sim, recompraria em ocasião futura!

A Camomile Sumptuous Cleansing Butter da The Body Shop revelou-se um substituto competente e muito mais barato do Take the Day Off da Clinique que vos mostrei na edição anterior desta rubrica! Honestamente não encontro diferença entre os dois produtos e gosto tanto que aproveitei uma das usuais campanhas da The Body Shop para comprar entretanto mais uma latinha.

Terminando os produtos de rosto, temos o sérum Crème Fraiche de Beauté da Nuxe, que estava a 2/3 desde o Verão e acabei por usar o resto depois de ter terminado o Advanced Night Repair. É um bom sérum de hidratação, mas há coisas melhores. E dei conta de mais uma caneta de óleo para cutículas Mavapen!


Na secção de corpo começamos com o desodorizante roll-on Keops da ROC, gosto muito desta linha porque é eficiente e não mancha as roupas. Normalmente compro-os em promoções 2 por 1. Mais um óleo de banho finado, desta vez o clássico da Revlon numa variante Coco Addiction (creio que já mencionei umas dez ou vinte vezes que adoro cheiro a coco). Outro produto terminado que veio dos saldos da The Body Shop e creio que foi descontinuado, os Adzuki Bean & Rice Washing Grains são um exfoliante que vem em pó seco e se adiciona ao gel de banho. Dito assim parece esquisito, mas achei um produto muito prático! Também da The Body Shop veio um leite hidratante de moringa, um dos meus aromas favoritos, ao qual apenas tenho a apontar que o frasco com pump doseador não é nada prático! E um frasco de removedor de verniz da Babaria...

Passando aos cabelos, terminei uma embalagem de amaciador Crema Terax, uma marca italiana muito reputada que antes se vendia na HQhair e agora não faço ideia, porque esta comprei-a algures em Londres e entretanto até já mudaram o grafismo. É um amaciador que deixa o cabelo macio, sem pesar e sem resíduos.

Terminei igualmente o duo de champô e amaciador para couro cabeludo oleoso Purificação da Raiz Nativa Spa do Boticário, com melissa e alecrim. Usei maioritariamente no Verão, e no Inverno vinha usando uma vez por semana. Gostei do champô, achei o amaciador fraquinho; acho que o uso continuado arrisca deixar o cabelo um bocadito rebelde, mas o champô é bom para uma limpeza mais profunda de vez em quando.

Completamente diferente é o duo Lait Vital e Bain Satin 1 da gama Kerastase Irisome, dois travel size que vieram numa beauty box Lookfantastic. Um luxo para o cabelo, que fica incrivelmente macio, brilhante e solto. Acho que no Verão não conseguiria usar estes produtos (o cabelo ficaria oleoso em menos de um dia...) mas no Inverno são óptimos. 

E terminamos com mais uma embalagem de Phyto Gloss, produto do qual já falei anteriormente e que agora uso no tom Reflexos Chocolate. Continuo a adorá-lo!

the oscars 2015: casais fofos

Há pessoas que individualmente até são muito atraentes mas depois vemo-los com a cara metade no tapete vermelho e parecem duas figuras de cera do Madame Tussaud's que puseram a posar lado a lado. E depois há casais como estes dois:


Benedict Cumberbatch e Sophie Hunter, empenhados numa cruzada de promoção do amor conjugal que está a arruinar corações por esse mundo fora. Até agora já noivaram, produziram um Cumberbaby que está ali aconchegado por baixo do vestido Lanvin da Sophie, e ainda casaram no Dia de S. Valentim. E não é lindo o vestido? Adoro como cai lindamente, tem um ar muito minimalista, e vai-se a ver e tem uma discreta mas vertiginosa abertura de lado. Assim como aquele famoso vestido Versace da Elizabeth Hurley, mas em chique.


E depois disto vai-se a ver e o rapaz ainda passa a vida a perguntar-lhe "estás bem, querida?" não vá dar-se o caso de tantos flash deixarem a Sophie indisposta. A sério, parem que eu não aguento.


Chris Pratt e Anna Faris, um dos casais mais amorosos de Hollywood. Anna veste Zuhair Murad e Chris veste Tom Ford. Dizem por aí que Chris Pratt poderá protagonizar um reboot da série Indiana Jones. Por um lado acho que deviam parar com esta mania dos remakes. Por outro lado, pode ser que resulte...


Diane Kruger e Joshua Jackson. Tão lindos.


Diane veste uma coisa  Donna Karan Atelier que de lado parece um vestido mas depois vai-se a ver e tem umas calças por baixo. Mais um para a categoria "não tente isto se não tiver corpo de supermodelo".


Mais um recém-casado: os ingleses estão desaparecer rapidamente do mercado! Eddie Redmayne casou em Dezembro com Hannah Bagshawe, que para mim tem um dos vestidos mais lindos da noite: um Alexander McQueen que resultou muito melhor que o de Felicity Jones... Está visto que a designer Sarah Burton anda numa fase de pôr coisas nas ancas dos vestidos, mas esta espécie de abanicos de penas resultam bastante melhor que os reposteiros da Felicity. A cor é lindíssima e o cinto de pedrarias também. 


É que o vestido até combina com o Óscar do Eddie (que já agora, também está a usar McQueen).


Idris Elba levou a filha aos Óscares. Tão bom ou melhor que um homem sexy, é um homem sexy a desempenhar deveres paternais. E com estas cenas de amor romântico e familiar vos deixo, que esta gente tão amorosa até me derrete o coração.

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