história da mulher que não conseguia parar de fazer compras

Na quinta-feira fui ao Colombo às compras. Porque me apetecia, ora essa. Meteu-se-me na cabeça ir à Zara porque desde os saldos - quando comprei três vestidos a € 9,90 cada um - nunca mais lá tinha entrado. Comprei:

i) uma marinniere, que andava para comprar uma desde que vi o Coco Avant Chanel. Baratíssima, em algodão bio e made in Portugal...


ii) uns sapatos pretos que, curiosamente, vim a descobrir que são uma espécie de irmãos bastardos destes Christian Louboutin, mas por 5% do preço. Só que em vez de cabedal são camurça, e as tachas são bem mais discretas.




iii) um cinto largo mas bastante confortável porque é feito de uma data de elásticos presos com tachas (eu sei, é um bocado difícil de visualizar).

E nem falemos da minha ida à H&M do Grandella na semana passada. Digamos que os antidepressivos não me tiram propriamente a vontade de fazer compras. Nem podiam. A diferença é que agora já não me sinto tão culpada depois de gastar dinheiro.

É como a história da acne. Passei anos a ler artigos de dermatologistas que mandavam atirar fora os espelhos de aumentar para não mexer na cara, e a pensar: bah, que falta de autocontrolo! até ser capaz de reconhecer que eu era uma dessas pessoas. E atirei fora o espelho de aumentar.

O problema é que não posso propriamente atirar fora o cartão Multibanco.

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