the fashion police gets real

It's the most wonderful time of the year... not. Chegou a silly season... aquela altura maravilhosa em que Lisboa fica meio deserta, está um calor brutal, estão a acabar os saldos, ainda não apetece a roupa da nova estação, e as revistas de moda ficam praticamente anorécticas, logo agora que temos tempo para as ler.

Mas se Portugal cai na modorra, nos gloriosos US of A a luta contra o crime e as escolhas sartoriais de gosto duvidoso não dorme! E por isso diversas cidades e até Estados por toda a América estão a tomar medidas contra um verdadeiro flagelo dos nossos tempos...


... as calças descaídas.

Sim! O país que salvou o mundo das armas de destruição maciça de Saddam Hussein (ou não) e dos nefastos talibãs liderados por Bin Laden (ou não), vira as suas atenções contra o perigo para a saúde e segurança públicas, contra a hedionda agressão visual que constituem as calças descaídas! Estamos salvos!

Entre os pioneiros conta-se a cidade de Flint, no Estado do Michigan, onde desde 2008 que o uso de calças demasiado abaixo da cintura pode dar multa ou dias de cadeia... Por outro lado, em Nova Iorque - onde claramente toda a gente já viu de tudo - um tribunal recentemente afirmou que o direito a usar calças descaídas constitui uma expressão do direito constitucionalmente consagrado de fazer figura de idiota.


Como muitos elementos do sexo masculino que se perguntam como é que as mulheres conseguem andar de saltos, eu sempre me admirei com a capacidade demonstrada por muitos homens de conseguir andar com as calças assim. Parece-me um prodígio que desafia as leis da Física. Mas como é que aquilo segura? Se precisarem de correr para apanhar um autocarro, não correm o risco de lhes cairem as calças pelo tornozelo e estatelarem-se no chão? E acima de tudo, não apanham perigosas correntes de ar no rabiosque?

Confesso que a minha nítida incompreensão perante este estilo em nada evoluiu com a descoberta das origens do mesmo. Reza a lenda que tudo começou nas prisões norte-americanas, onde os presos não podem usar cintos nem atacadores ou parecido, e muito frequentemente recebiam uniformes de tamanhos maiores que os seus. Resultado, lá andavam pela cadeia com as calças pelas ancas e os fundilhos quase pelo joelho. Com a divulgação do sub-género musical gangsta rap no início da década de 90, vários rappers que, quando não estavam a cantar, praticavam actividades duvidosas, passaram umas temporadas na cadeia... Depois de saírem, continuaram a usar as suas jeans naquele estilo, comprando-as vários números acima e usando-as bem descaídas e, de preferência, a mostrar o logótipo dos boxers. E assim nasceu uma moda. Bem estiloso, não?

(definitivamente não)

... embora francamente eu ache que a coisa não vai ao ponto de ser caso de polícia. Apesar de tudo, não deixo de sentir alguma simpatia pelos pobres polícias da cidade de Flint, no Michigan, que em vez de prender verdadeiros meliantes andam pelas ruas (imagino-os eu) de reguazinha na mão, a medir a percentagem do bumbum dos meninos que fica de fora das calças.

hands on approach

As luvas de Wallis Simpson, Duquesa de Windsor

Uma senhora conhece-se pelas mãos. Quem não se recorda deste dito das nossas Avós? Se bem que os dias de sair à rua de chapéu e luva branca há muito tenham passado, não é por hoje sermos mulheres de armas que vamos cuidar-nos menos. Apesar da foto supra - digam lá se a Duquesa não era podre de estilo? -, esta entrada não é sobre luvas, porque aí não há conversa. Luvaria Ulisses, Rua do Carmo, 87-A, Lisboa. Todas as cores, todos os tamanhos, qualidade impecável e arranjos gratuitos para o resto da vida. Queriam mais?

Se nem sempre andamos de luvas, a verdade é que as nossas mãos são constantemente expostas a agressões diárias e merecem o cuidado e o mimo que lhes deixe um toque de seda. Estes são os meus cremes de mãos favoritos. Eu deixo um rasto de creme para as mãos por onde passo: um na carteira, outro na secretária, outro na mesa de cabeceira...


Kensington Hand Lotion with Caviar Extract da Nails Inc: uma compra através do Not Just Nails. Um creme suave de textura ligeira e cheirinho agradável, absorvido quase de imediato. Óptimo para trazer na carteira.

Yu-Be Cream: um daqueles cremes multiusos maravilha, chega do Japão e está disponível na Sephora. Indicado para peles mais secas e/ou tempo mais frio, muito protector e contém cânfora na sua composição, o que lhe confere um aroma muito próprio.

Creme de Mãos com Manteiga de Karité da L'Occitane: talvez o melhor creme de mãos que já usei, com manteiga de karité, óleo de amêndoas doces e mel. Uma maravilha para trazer na carteira ou fazer uma massagem antes de deitar.

Ultimate Strenght Hand Salve da Kiehl's: mais um indispensável desta marca norte-americana, com óleos de sésamo e abacate, e glicerina que forma uma protecção evitando que a pele perca hidratação.

projecto moda esmiúça as costuras

Confesso que continuo sem saber o que vai sair daqui, mas aplausos a quem teve a ideia de convidar o Ricardo Araújo Pereira para jurado convidado. Ao menos se é para rir, é para rir.

Jackie O.

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Óculos Calvin Klein tão velhos que quase já têm direito a ser vintage | Colar Grand Tour (réplica de peça original usada por Jacqueline Kennedy Onassis)

Então é assim: na passada quinta-feira descobri a Filthy Rich by Soul Real, uma nova loja de bijutaria de luxo no Chiado, e menos de 24 horas depois já estava na dita loja a exercer algum esforço de auto-controlo para não levar o stock inteiro. A Filthy Rich assume um conceito inovador em Portugal que se desdobra em duas vertentes: joalharia de autor, e réplicas de peças famosas pertencentes a estrelas como Marlene Dietrich, Vivien Leigh ou Angelina Jolie, ou a figuras icónicas como Jacqueline Kennedy Onassis ou Cleópatra. As réplicas, não sendo baratas, estão muito em conta para a qualidade que revelam, pois são peças para durar. Digamos que estão mais para o lado das bijutarias da minha Mãe com que eu brincava nos anos 80, e que ainda estão como novas, que para o lado de algumas coisas que por aí se vendem, que passadas duas semanas já estão a ganhar verdete.

Mal entrei na loja - e isto é absolutamente verdade - fiquei hipnotizada por um conjunto de fio com medalhão e brincos a combinar, que constituem réplicas de de um conjunto pertencente a Jackie O. - e vamos passar a chamá-la assim que senão nunca mais acabo de escrever esta entrada. É claro que entretanto experimentei metade do expositor desta secção! As peças são todas lindíssimas, e os anéis era cada cachucho mais lindo que o outro... infelizmente a maldição voltou a atacar e ficavam todos grandes nos meus dedinhos esguios.

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Em visita oficial à Índia em 1962. Foto © Corbis

Imaginem o meu espanto quando, ao mostrar-me o fio com o medalhão, a dona da loja me mostrou os "segredos" do mesmo: o fio incorpora uns fechos escondidos que lhe permitem ser usado mais curto ou mais comprido, e o medalhão é simultâneamente uma pregadeira, podendo ser removido do fio... Engenhoso! É claro que não resisti. É um conjunto clássico sem ser formal e vistoso sem ser over the top, a combinação do esmalte azul marinho com brilhantes tanto dá com um fatinho como com uns jeans e uma t-shirt branca! E o engraçado é que ao chegar a casa fiz alguma pesquisa nas internetes e descobri que, ao contrário da maioria das peças de Jackie O., este colar era uma herança de família... começou por ser uma pregadeira parte do espólio da família Bouvier desde o século XVIII, a mãe de Jackie mandou fazer o colar com os tais fechos escondidos, e finalmente Jackie mandou fazer os brincos a combinar. É um exemplo de como as mulheres noutros tempos sabiam acarinhar, adaptar e renovar as suas jóias de família.

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Com Mamie Eisenhower, uma igualmente icónica Primeira-Dama dos EUA. Foto © Corbis

Resumo concluindo que é altamente recomendável uma visita à Filthy Rich... a loja recebe peças novas com regularidade, e normalmente encomendam poucas peças de cada estilo para evitar que, enfim, nos cruzemos naquela festa com outra fashion victim a usar uma peça igual!

aquele aroma do couro novo...


Ora aqui está mais uma descoberta que fiz através do Etsy... a marca Morelle é o fruto da imaginação e trabalho da jovem designer Katie Grigoratou, que criou uma linha de carteiras que primam pela qualidade dos materiais, o cuidado nos detalhes, as linhas simples e as cores vivas. Apaixonei-me por esta carteira, que se chama Tulip e está disponível em várias cores. Foi o amarelo que mais chamou por mim, achei uma cor linda, tão alegre e diferente, que pode ser um básico de Verão sem se tornar aborrecido.


Achei a presença da Morelle na internet um brilhante exemplo de como se constrói e divulga uma marca hoje em dia. O design é simples e marcante, as fotos estão muito bem feitas, a identidade da marca perfeitamente definida. E acima de tudo, os produtos correspondem à imagem de qualidade transmitida! A minha carteira chegou hoje e é feita com couro de muito boa qualidade, suave e macio. Os acabamentos são perfeitos e é muito confortável para levar ao ombro. Receio que a minha foto não lhe faça justiça...


Podem encomendar através da página principal Morelle, ou através das lojas nos portais de comércio handmade Etsy e DaWanda. Eu encomendei a minha através do DaWanda, porque no Etsy já não tinham amarelo (e tem a vantagem de se pagar em euros). A minha carteira chegou da Grécia em cerca de uma semana, bem acondicionada e com direito a um belo dustbag como deve ser!

Infelizmente a Morelle irá ficar em standby por algum tempo, pois ao que parece a Katie vai para a Austrália durante pelo menos um ano. Mas... isso significa que as carteiras ainda disponíveis online estão com um desconto bem apetecível, e que veio mesmo a calhar na hora de comprar a minha carteira.

fashion illustrator: ruben toledo


Durante muito tempo admirei as páginas sazonais da Nordstrom na revista Vogue, muito para além do mero anúncio, sem saber nada sobre o seu autor. O artista Ruben Toledo dedica-se a diversos meios como a pintura, escultura ou até o cinema. Mas qualquer fashionista que se preze reconhece imediatamente o estilo icónico das suas ilustrações de moda que adornam editorais, revistas e livros.


Ilustração para a Vogue Nippon




Ilustração do livro The One Hundred de Nina Garcia

Ruben é casado com a designer Isabel Toledo. Ambos nascidos em Cuba e criados nos Estados Unidos, partilham uma estética de cores vivas e linhas esguias. Isabel é um dos grandes nomes da geração actual de fashion designers norte-americanos, embora seja pouco conhecida fora dos EUA. Recentemente tem recebido mais atenções da imprensa devido à predilecção de Michelle Obama pelas suas criações. Os Toledo sempre trabalharam de forma complementar, e a sua estética evoca algo como Art Deco com um toque de sci-fi...




Retrato de Isabel Toledo

até debaixo d'água


Após algumas semanas de compra-não-compra, lá me decidi a experimentar as novas sombras em creme Aqua Cream da Make Up For Ever. A verdade é que nunca gostei de sombra em creme, porque quanto mais alegam ser de longa duração, mais em mim ocorre exactamente o contrário e passado uma hora já a sombra está a derreter e sinto uma desconfortável sensação de oleosidade nas pálpebras. Ora as Aqua Cream alegavam ser waterproof e mais, usadas exclusivamente pela selecção olímpica francesa de natação sincronizada... Será que desta vez iria encontrar finalmente a maquilhagem à prova de onda de calor?

Apesar de tentada pelas mais loucas das 22 cores disponíveis, lá escolhi os números 5 (pêssego) e 17 (ameixa) e o respectivo pincel recomendado para a aplicação (que deve ser de cerdas sintéticas). Após dois dias de test drive, no meio da onda de calor que temos vivido, as Aqua Cream superam as expectativas! A aplicação é suave e fácil, as cores misturam-se bem. Ademais, se aplicarmos uma Aqua Cream e por cima sombra em pó, podemos obter uma enorme gama de variações, que sempre beneficiarão do efeito longa duração da Aqua Cream. E quanto à duração... um dia inteiro (catorze horas) sem a menor alteração, ou necessidade de retoque. Ao fim do dia, e usando desmaquilhante bifásico, retiram-se em duas passadas. Um dia destes tentarei mostrar fotos... hoje estou bastante incompentente na área dos auto-retratos iPhone.

apocalypse now wears prada


A SIC Mulher iniciou recentemente a emissão do reality show Stylista, produzido por Tyra Banks, que consiste essencialmente numa versão concurso do enredo de O Diabo Veste Prada: onze concorrentes degladiam-se por um contrato de um ano na revista Elle americana, com direito ao uso de um apartamento em Nova York e cem mil dólares para gastar em roupas na H&M. Ao longo do programa vão avançando ou sendo eliminados ao longo de diversos desafios onde têm de demonstrar a sua capacidade de estilo e de criação de conteúdo editorial para a revista.

Stylista, como todos os reality shows, vive daquele instinto humano de abrandar para ver os desastres de automóvel, e que neste programa parece chegar ao zénite porque o programa é mesmo mau. Apesar de saber isto, continuamos a ver porque queremos testemunhar, com os nossos próprios olhos, onde é que isto chega... Anne Slowey, a loira sentada no cadeirão, é a directora da Elle americana e faz o programa encarnando uma dolorosamente má imitação da personagem de Meryl Streep em O Diabo Veste Prada. Mas o que em Meryl era gélida inexpressividade, em Anne Slowey parece excesso de botox.

Já os onze candidatos são uma mescla de bonzinhos prestes a tornar-se vítimas, aves raras, gente verdadeiramente talentosa que não sabe bem onde se meteu, e uma criatura escolhida de propósito para ser a vilã de serviço (todo o reality show que se preze tem uma). E que vilã esta! Megan, ao que parece, é uma Park Avenue princess que recebeu dinheiro da família para montar uma boutique, mas ao fim de um ano ou dois fartou-se e resolveu concorrer ao programa. Talentosa, fria e autoritária, ao segundo episódio já é apelidada de Semente do Diabo pelos outros concorrentes... Se no primeiro programa elegeu a bem-intencionada mas trapalhona Kate como alvo a abater (mas o expulso foi Arnaldo), no segundo programa Megan revela a sua inteligência. Vencedora do primeiro desafio, ganha o privilégio de escolher as equipas e (i) agrupa Ashlie, a rival directa, com as mais fracas Kate e Devin; (ii) na sua própria equipa coloca Johanna e DyShaun mas também Jason, com o intuito de ter alguém em quem colocar as culpas, caso a prestação da equipa seja fraca. Dito e feito. O desgraçado do Jason apercebe-se da manobra, tem um ataque de pânico e vai parar ao hospital. E apesar do tom sarcástico com que escrevo esta entrada, garanto que foi aflitivo ver isto. A equipa acaba mesmo por ter a página mais fraca... e o eliminado desta semana é Jason.

Meus caros, isto é mais brutal que ver os concorrentes do The Biggest Loser a arrastar sacos de areia de 15 kg pelo meio do deserto. Alguém contrate esta rapariga para interrogar os prisioneiros de Guantanamo.

D., it's all your fault


Para mais tarde uma review mais detalhada da fantástica (as usual) colecção da Chanel. Por agora estou a catalogar mentalmente as matérias-primas necessárias para conseguir fazer uma destas pulseiras.

meanwhile... blake lively @ the ritz 4 vogue

Blake Lively chega ao Hotel Ritz em Paris onde foi fotografada para mais um editorial a sair em breve na revista Vogue. Não. Estamos. Com. Inveja. A sério que não estamos.

spotted: leighton meester @ chanel

Assistindo ao desfile da Chanel, Leighton Meester no seu melhor estilo queen bee. As meninas de Gossip Girl estão em Paris a filmar cenas para a quarta temporada da série... inveja! Será que o Kaiser Karl tem direito a cameo?

walking on sunshine

Rachel Zoe

Mariah Carey

Cristina Aguilera

Imelda Marcos


Bem, se calhar não tenho assim tantos sapatos...

No que toca a acessórios, cada uma de nós tem uma fraqueza especial. Algumas não resistem a carteiras, outras a anéis… a minha Mãe diz-se soulmate de Elton John com a sua predilecção por óculos de sol e relógios, e eu reconheço que adoro sapatos. Saltos vertiginosos ou sabrinas, um sapatinho elegante dá outro ar… mas é difícil sentirmo-nos como um milhão de euros se cada passo provoca desconforto! Bem difícil já é navegar por entre a dita calçada tradicional de Lisboa!... hoje em dia quase sempre, infelizmente, aplicada por pessoas sem a formação necessária de calceteiro, passadas horas começa a abrir brechas que são autênticos precipícios mortais para os nossos sapatinhos de griffe!

Porque ando quase sempre de saltos e sempre acreditei que sapato elegante e andar confortável não são opostos, fui aprendendo os truques para conservar os sapatos e manter os pés saudáveis. Aqui ficam algumas dicas:

#1 A história de amor entre cada Cinderela e o seu sapatinho começa na loja… e se bem que eu ultimamente tenha tido sorte com sapatos comprados online, reconheço que é ocorrência rara e por isso só em último recurso compro sapatos sem os experimentar! Para quem se aventura a fazer compras online, recomendo anotar qual é o vosso tamanho em cada marca… Os tamanhos e formas variam conforme os fabricantes e os países. Por exemplo, eu sou 35 ou 35.5 em todas as marcas de fabrico italiano (Miu Miu, Ferragamo, Prada, Balmain, Bottega Veneta, Pucci, Roger Vivier), mas em marcas de fabrico francês sou 36 ou até superior (Repetto, Christian Louboutin, Jimmy Choo).

#2 Todos os sapatos merecem amor e carinho sob a forma de umas engraxadelas ocasionais. Adicionalmente, eu uso os impermeabilizantes da Collonil para proteger da água, chuva e sujidade. Descobri esta marca porque a minha Bayswater (as Bayswater, como várias outras carteiras da Mulberry, são feitas de um cabedal denominado Darwin que pode manchar com a água) trazia um cartãozinho a recomendar impermeabilizar regulamente a carteira com Collonil Waterstop. Dito e feito, após descobrir onde se vende Collonil (sapatarias Foreva), passei a ser consumidora regular, usando este spray em carteiras, sapatos e até casacos de pele. Existe um Collonil para cabedal normal e outro para camurça. Não faz milagres, mas ajuda a proteger os nossos investimentos…

#3 Porque mesmo as princesas modernas precisam de quem as salve de vez em quando… encontrem um bom sapateiro. Estes sim, podem fazer pequenos milagres…

#4 Para sapatos que escorregam ou magoam em determinados sítios do pé, as palmilhas, solas ou tiras de silicone ou espuma fazem maravilhas. Eu não passo sem uma visita regular à loja Saúde dos Pés à Cabeça no C.C. Saldanha, onde compro: (i) tiras de silicone para colar dentro dos calcanhares dos sapatos que me escorregam do pé; (ii) almofadinha de silicone para o calcanhar, para algumas botas rasas; (iii) almofadas de silicone para saltos altos; e (iii) palmilhas, idem.
#5 Se pelo contrário, o problema são sapatos com demasiada folga à frente, seja devido ao modelo, seja pelo facto de terem comprado um número acima porque estava em saldo, a solução é simples e barata. Comprem uma esponja de maquilhagem nos chineses, cortem-na ao meio e depois modelem cada metade até encaixar na biqueira do sapato enchendo a folga, mas de modo a que os dedos fiquem confortáveis. Esta solução é igualmente útil para proteger os dedinhos do pé contra parceiros de dança “pé de chumbo”...

the lion, the bitch and the wardrobe

Cenário do desfile de alta costura Chanel para o Inverno 2010. Talvez um dos poucos (e inesperados) sítios onde o leão ainda mostra a sua raça...

© Ana Clara Garmendia

don't cry for Argentina


Um dos meus editoriais favoritos de sempre: The Leading Lady, idealizado por Grace Coddington e fotografado por Mario Testino na Argentina em 2006, com Daria Werbowy encarnando uma Ava Gardner dos nossos dias. Os tempos em que a Vogue americana ainda fazia coisas de que eu gostava... Não pude deixar de recordar estas fotos pois, em mais um dos meus momentos de esquizofrenia, inscrevi-me num workshop de tango que começa hoje... Se entretanto não tiver partido uma perna, darei notícias.

































© Condé Nast
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