INGLOT cosmetics


Notícia absolutamente brilhante no Facebook da Antónia Rosa Atelier: está prestes a abrir em Portugal a primeira loja da Inglot Cosmetics, uma marca polaca de grande renome entre os profissionais de maquilhagem! Quem segue blogs estrangeiros certamente já encontrou por várias vezes as famosas paletas customizáveis da marca, chamadas Freedom System, e que podem levar variado número de produtos como sombras, baton, pó, blush, corrector... Trata-se de uma marca com um price point muito acessível (ao nível da KIKO e da Bourjois) mas com produtos de grande qualidade. As sombras em especial são frequentemente comparadas às da MAC, por metade do preço...


Se acham que o interior de uma loja da KIKO é de perder a cabeça, vejam estas fotos que a Vic Ceridono do Dia de Beauté tirou na sua visita a uma Inglot em Londres. E a seguir vejam esta "visita guiada" do makeup artist Koren Zander (conhecido pelo seu canal EnKore Makeup no Youtube) - inclui uma entrevista à gerente da loja que nos explica o sistema das paletas:



Deixo-vos ainda alguns links interessantes que encontrei numa pesquisa muuuito rápida:

Name That Inglot: um blog inteiramente preenchido com swatches de sombras da marca.

Colourblastme: review de paleta Freedom System.

Make Up Blah: reviews de diversos produtos da marca.

MACmaníaca: review de uma paleta de 20 sombras que mostra muito bem a maravilhosa pigmentação das sombras Inglot.

Glow Make Up: mais uma paleta de 20 sombras... nunca vi sombras mate tão pigmentadas!

Com isto tudo é claro que já estou a tirar notas. E talvez a planear uma viagenzinha ao IKEA para comprar mais gavetas para guardar maquilhagem.

A loja da Inglot vai abrir no Centro Comercial Colombo em Lisboa, no próximo dia 31 de Maio. Vemo-nos por lá!

The Body Shop | beautifying oil

Os óleos de cuidado corporal são uma paixão minha, desde o tempo em que era criança e usava óleo Johnson's após o banho (continua a ser um dos melhores e mais baratos hidratantes que há por aí). Com muito agrado descobri que a The Body Shop acaba de lançar uma nova linha de óleos corporais multiusos, os Beautifying Oils. Com 99,6% de ingredientes naturais, os Beautifying Oils têm como ingredientes principais o óleo de amêndoas doces, o óleo de marula (explorado em comércio justo) e o óleo de noz de kukui, sendo posteriormente declinados em onze aromas diferentes correspondentes a variedades já existentes nas Body Butters da marca!

São óleos de textura levíssima que podem ser utilizados no corpo, rosto e cabelo, quer por si só quer em complemento ao creme habitual para hidratação extra. Espalham-se muito bem por isso basta pouca quantidade. Adorei a suavidade e a leveza deste produto e ainda por cima fiz uma descoberta brilhante: ao experimentar misturei sem querer nas costas da mão os óleos de coco e de moringa, e descobri que a mistura dos dois cria uma fragrância absolutamente maravilhosa que cheira a Verão e a trópicos... estilo o óleo Bronze Goddess da Estée Lauder a uma fracção do preço!


Os Beautifying Oils existem nas fragrâncias: Moringa, Azeitona, Coco, Karité, Limão Doce, Manga, Tangerina, Morango, Toranja Rosa, Manteiga de Cacau e Chocomania. O frasco tem 100ml e custa € 11.

Mulberry | Del Rey [this is what makes us girls]


Digam o que disserem sobre quem lhe deu o nome, a Mulberry Del Rey não me sai da cabeça desde que as primeiras imagens surgiram durante a London Fashion Week. A minha Bayswater mais ou menos indestrutível é prova cabal da qualidade das carteiras da Mulberry, e as linhas simples e práticas da Dey Rey são perfeitas. É um caso de amor, está visto.

E se as primeiras imagens de uma versão azul petróleo me seduziram, a verdade é que a versão em negro parece chamar por mim! Mas a € 990, e embora valha cada cêntimo, ainda vai chamar durante uns tempos ai vai! Resta-me ir poupando e esperar que daqui a uns meses uma destas vá parar aos saldos!




Lancôme Visionnaire [não negue à primeira, nem à segunda, uma ciência que desconhece]

Sempre fui bastante céptica em relação às promessas miraculosas e anúncios Photoshopados que enchem regularmente as secções de beleza das revistas, por diversas ordens de razões:

(i) desde a adolescência que tenho pele oleosa/mista/sensível e tendência para borbulhas e pontos negros, mas nada do outro mundo. Nunca perdi horas de sono a pensar nisso nem fiquei com marcas ou outras sequelas. E também percebi por volta dos vinte anos que a minha pele era e ia ser oleosa para sempre, que nenhum creme a iria modificar, e que todas aquelas coisas purificantes e matificantes e etc. e tal que estão em 90% das linhas cosméticas para peles oleosas, só pioravam o problema porque a minha pele, sentindo-se nua e agredida depois de levar com decapante industrial em cima, defendia-se produzindo ainda mais óleo...

(ii) há cerca de cinco anos apanhei um susto sério porque nunca tinha sofrido de varicela em criança, e a minha prima C. pegou-me. Aquilo foi-me maioritariamente para a cara e mal pude sair de casa fui a correr a um dermatologista que me curou a cara cheia de marcas vermelhas com (a) água micelar Bioderma, (b) protector solar Anthelios XL Fluido 50+, (c) um creminho regenerador chamado Endocare e (d) uma bisnaga de creme retinol de farmácia que custou para aí três euros e só se colocava nas marcas (que por essa altura já tinham sarado e pigmentado) apenas à noite. Passados três meses estava como nova. Nunca mais deixei de usar a água Bioderma e protector solar todos os dias.

Muito como resultado destas experiências o meu regime para o rosto é um bocadinho minimalista embora precise frequentemente de trocar de hidratante na mudança de estação. Prefiro usar os produtos de tratamento mais activos à noite, e de manhã limitar-me a hidratante, protector solar e base. Quando os primeiros artigos sobre o sérum Visionnaire da Lancôme surgiram nas revistas em Agosto passado, achei-os interessantes o suficiente para investigar melhor o produto.

Os senhores da Lancôme ao menos não tentam vender o extracto concentrado do néctar de uma flor rara que só surge uma vez em cada século nas montanhas do Shangri-La, mas um produto baseado em estudos científicos, com patentes e tudo. Com efeito, o Visionnaire tem como ingrediente activo uma percentagem de 4% de uma molécula chamada LR 2412, que segundo dizem consegue penetrar mais fundo nas camadas da epiderme e desencadear melhorias em termos de textura, rugas, pontos negros, e uniformização do tom de pele.

A dada altura algures em Outubro, o Visionnaire apareceu na Sephora numa "edição especial" em embalagem de 30ml (creio que agora já só têm a de 50ml) e calhou de ser num dia em que a Sephora estava com 20% de desconto por isso não foi nem tarde nem cedo, comprei e comecei a usar.

E passado uma semana parei de usar porque me tinha aparecido uma pequena erupção no queixo e eu não tinha a certeza se não seria do produto.

Em Janeiro tentei usá-lo outra vez e parei outra vez passado uma semana porque me tinha aparecido outra pequena erupção  no queixo e eu já tinha quase a certeza que seria do produto.

Mas fiquei cismada, porque nunca na minha vida fiz uma reacção alérgica a um produto de maquilhagem ou cosmética.

E como sou teimosa, há coisa de um mês decidi-me ou vai ou racha! e voltei a usar o Visionnaire. Desta vez experimentei começar uma semana a usar dia sim dia não, e depois progredir para cinco dias por semana (não aplico no dia em que faço exfoliação nem no dia em que faço máscara hidratante). Não faço a menor ideia de como explicar isto, mas desta vez nada de reacções. E passadas duas semanas, comecei a notar diferenças. Falando muito francamente: um belo dia sentei-me em frente ao espelho e apercebi-me que os meus pontos negros estavam muito mais fáceis de extrair que habitualmente. Não só saiu quase tudo, como passada mais uma semana poucos voltaram. Escusado será dizer que estou muito impressionada. Creio que isto faz uma ligeira acção exfoliante por via química mas já tinha usado outros produtos com o mesmo princípio sem ter resultados destes. O único que chegou perto foi o Sérum 7 da Boots (que tem, reconheço, a vantagem de custar metade do preço) mas o Visionnaire tem um efeito muito mais imediato.

O Visionnaire é um sérum de textura leve e fácil de espalhar. Creio que as peles secas ou normais conseguirão usá-lo antes do creme de dia, eu prefiro mesmo aplicar à noite. O efeito do desaparecimento miraculoso dos pontos negros foi o primeiro que notei - às vezes até fico a olhar para o meu nariz ao espelho, meio espantada porque não o via tão lisinho desde os meus doze anos - mas com quase um mês de utilização noto também uma certa melhoria na luminosidade da pele, e duas marcas de pigmentação que tinha no queixo há dois meses parecem estar a desaparecer mais depressa que o habitual.

Ou seja, estive quase a pôr este produto completamente de parte e acabei por gostar dele. E ainda hoje não percebo a história daquelas reacções no queixo. Ou foi uma coincidência estranha, ou talvez o Visionnaire não funcionasse bem com o hidratante que eu estava a usar na altura. Agora uso o DayWear Plus da Estée Lauder (o boião para pele normal ou mista), um hidratante que aliás sempre apreciei, e os dois parecem dar-se bem um com o outro. Enfim, parece-me que a lição a retirar disto é que não só não há duas peles iguais, como uma mesma pele pode ter necessidades e reacções completamente diferentes de dia para dia...

Ingredientes: Aqua/Water, Cyclohexasiloxane, Glycerin, Alcohol Denat., C12-15 Alkyl Benzoate, Sodium Tetrahydrojasmonate, Dipropylene Glycol, Polysilicone-11, Dimethicone, Bis-PEG/PPG-16/16 PEG/PPG-16/16 Dimethicone, Polymethyl Methacrylate, Ammonium Polyacryldimethyltauramide / Ammonium, Polyacryloyldimethyl Taurate, CI 77891/Titanium Dioxide, Mica, Sodium Hyaluronate, Hydroxyethylcellulose, Phenoxyethanol, Adenosine, Argilla/Magnesium Aluminum Silicate, Dimethiconol, Caprylic/Capric Triglyceride, Disodium EDTA, Tetrahydrojasmonic Acid, Citronellol, Inulin Lauryl Carbamate, Parfum/Fragrance

Sleek MakeUp

A Sleek MakeUp já tinha aparecido meio de mansinho na Sephora com as suas paletas de sombras, mas desde o dia 1 de Maio que está presente "a sério" com direito a expositor e gama completa. Já vos falei aqui das Pout Paint, venho agora mostrar as paletas de sombras e de blush que também comprei.


As paletas de blush são para mim o produto vencedor desta marca. Por € 13 trazemos três blush que podemos misturar ou usar isoladamente. Eu escolhi a paleta Sugar e estou bastante impressionada com a qualidade do pó e da pigmentação. Já vi produtos custarem o triplo do preço sem ter este desempenho. Por este andar será cada vez mais raro comprar blush de marcas caras...


Já as paletas de sombras parece-me que são um caso diferente. Eu comprei a Original e precisei de abrir três embalagens para encontrar uma paleta em condições; mesmo assim, a que trouxe tem a sombra preta no canto inferior ligeiramente partida, e o fecho também vinha partido - nada que um elástico não resolva. Desconfio que as paletas ainda estejam misturadas com stock antigo da anterior passagem da marca pela Sephora!

As cores são bonitas, especialmente o grupo dos azuis, e têm um desempenho razoável. A excepção é a sombra castanha dourada (segunda a contar da esquerda no topo), que esfarela imenso e quase não agarra na pálpebra, mesmo com primer.

[the lipstick diaries] vinyl's cool again


Onde resolvo despachar swatches de uma série de produtos de uma só vez, baseando-me no facto de terem em comum o "efeito vinil". Não são só os discos que voltaram à moda, baby.

Yves Saint Laurent Rouge Pur Couture Vernis à Lèvres: depois de tanta espera, confesso que fiquei vinte minutos em frente ao expositor quando isto finalmente chegou. Queria as cores todas. Acabei por me decidir pelo #16 Pourpre Preview, um rosa a chegar ao violeta, porque, bem, porque sim. A foto talvez não seja das melhores, mas dá para ver que é um bocadinho diferente dos outros produtos testados. É um bocadinho mais transparente, um bocadinho mais jelly, mas dá para carregar a cor e fica sempre bastante confortável nos lábios. É muito suave e dura bastante, a cor vai ficando mais um stain - uma constante neste género.

OCC Lip Tar: a OCC Obsessive Compulsive Cosmetics (ora aqui está um nome revelador para muitas de nós) é uma marca 100% vegan e não testada em animais, criada pelo maquilhador profissional David Klasfeld e que se destaca pela utilização de pigmentos muito puros e concentrados que se podem misturar para criar infindáveis novos tons. De há um ano para cá que lia imenso sobre os Lip Tars em blogs estrangeiros, até que me decidi a experimentar. Os meus foram comprados na Cocktail Cosmetics (UK) e custaram £ 9 cada um. Há dezenas de cores, das mais naturais às mais chocantes, embora actualmente a loja tenha pouco stock porque houve uma reformulação na embalagem.

Os Lip Tars vêm em tubinhos e são um produto quase líquido, com um ligeiro aroma a menta e pigmento super concentrado. Basta uma gotinha para cobrir os lábios com um pincel, e de todos os produtos aqui testados são o que cria o "efeito vinil" mais perfeito. O truque é aprender a não usar demais. Duram muito tempo, resistem a refeições e mesmo depois de começar a desaparecer deixam uma stain bastante pronunciada. As duas cores que tenho são o Demure, um rosa violeta profundo, e o NSFW, um vermelho puro.

Sleek MakeUp Pout Paint: ora devo confessar que a primeira vez que vi e testei as Pout Paint no expositor da Sleek, pensei que eram uma espécie de irmãs gémeas dos Lip Tars devido às grandes semelhanças na embalagem e textura dos produtos. Enganei-me redondamente! As Pout Paints têm uma textura mais próxima do gloss e (pelo menos a cor que eu comprei) nunca ficam totalmente opacas, ao contrário dos Lip Tars. É verdade que isto significa que são um bocadinho mais fáceis de usar. Têm um gosto ligeiramente cítrico e frutado que me parecia familiar até eu conseguir descobrir o que era: lembram-me os caramelos Penha de limão e laranja, durante anos a fio a única guloseima que eu comia em criança! Agora o grande senão é que (mais uma vez ao contrário dos Lip Tars) este produto não desaparece dos lábios, evapora-se! Numa só manhã precisei de reaplicar três vezes!

bareMinerals Pretty Amazing Lipcolor: fácil de aplicar, super cremoso e hidratante, e vai desaparecendo de forma muito natural deixando uma stain. Acho-o muito bom mesmo e diria que de todos os produtos testados é o mais confortável e hidratante nos lábios!

Chanel Rouge Allure La Laque: digamos que é o granddaddy desta tendência e embora significativamente mais caro que os outros produtos aqui testados, é ainda um dos melhores. O #75 Dragon, infelizmente descontinuado, é um dos vermelhos mais fantásticos que alguma vez usei, já o #73 Imperial é um nude super sofisticado.

Make Up factory Creamy Lip Color: uma surpresa muito, mas muito agradável! Muito hidratante, a cor fica bastante carregada mas com uma ligeira transparência muito suave. Comparado com o Pout Paint, dá um efeito ainda melhor com a grande vantagem de ser muito mais fácil de aplicar devido ao pincel incorporado, e de durar pelo menos o triplo antes de ser preciso reaplicar!

Em jeito de conclusão, para um efeito de cor mais carregada os meus preferidos são o Rouge Allure La Laque e os Lip Tars; para cor mais transparente prefiro o Rouge Pur Couture e o Creamy Lip Color; e o que dá menos trabalho é claramente o Pretty Amazing Lipcolor.

os Maias tinham razão?

Não me refiro naturalmente aos Maias de Eça de Queirós, mas aos Maias que previram o fim do mundo para o ano de 2012. Porque depois de passar os olhos por páginas de fotografias do Met Ball deste ano, eu só conseguia pensar, OMG as miúdas do Go Fug Yourself vão ter material para um mês inteiro. Não percebo a aparente ausência de tema, a estranha obsessão por lamés, dourados, plumas e lantejoulas que contagiou boa parte das senhoras - o tema não era a Broadway nem o Moulin Rouge, pois não? Não? Bem me pareceu - e bem podem chamar-lhe homenagem a Elsa Schiaparelli mas aquela garra de lagosta no vestido da Anna Wintour mais fazia parecer que a senhora foi atacada por um alien. E as capas, claro que depois da Gwyneth em Tom Ford nos Óscares algumas criaturas iluminadas resolveram aparecer de capa e claro, sairam-se mal. Enfim. Por isso em vez de estar aqui a entreter-vos com um desfile de misérias vou deixar-vos com... três mulheres de negro.


Rooney Mara em Givenchy Couture. Para mim é o único vestido que conseguiu acertar na tendência transparências, vencendo o duelo a três com Beyoncé e Marion Cotillard. Assenta de uma forma perfeita, e tem aquela mistura de delicado com lúgubre que marcou a última colecção da Givenchy. E depois esta miúda tem uma silhueta e um rosta absolutamente extraordinários. Às vezes parece uma musa do Modigliani regressada à vida.




Cate Blanchett em Alexander McQueen. Já esta senhora foi uma das poucas que conseguiu usar plumas sem ser praticamente sufocada pelas ditas. Para mais, adorei o cabelo apanhado mas com volume, as jóias simples e a maquilhagem suave. Tal como a imortal rainha elfa Galadriel que encarna na saga O Senhor dos Anéis, Cate tem uma luminosidade própria e uma pele absolutamente perfeita e natural. Inveja...


Mary-Kate Olsen em The Row. Ficam desde já avisados que guardarei esta fotografia religiosamente no disco rígido, para mostrar a toda e qualquer pessoa que me tente convencer do sentido de estilo das irmãs Olsen. Tenho dito.

Claramente, o Met já não é o que era. Faz falta, pelo menos, Anna Dello Russo com um ovo em cima da cabeça.

ADR + H&M


Prontas para mais uma batalha às portas da H&M? A próxima colaboração da cadeia de lojas sueca é uma colecção exclusiva de acessórios criada por Anna Dello Russo, a icónica Editor at Large da Vogue Japan! A colecção promete peças memoráveis com o toque over the top que caracteriza o estilo de Anna, a preços relativamente simpáticos. Estará disponível numa H&M perto de vós na H&M do Chiado no próximo dia 4 de Outubro de 2012. Marquem no calendário!

le paradis de cacharel


Ontem visitei a Sephora para ver se o badalado lançamento da Sleek MakeUp já estava disponível - prometido para uma próxima entrada! - e encontrei uma agradável surpresa sob a forma desta edição limitada dos perfumes mais icónicos da Cacharel. São adoráveis frasquinhos de 25 ml a um preço simpático - € 22,50 -, com um ar bastante resistente e perfeitos para levar na mala de férias. Na Sephora do Vasco da Gama só tinham o Noa, o Amor Amor e o Anais Anais, mas aparentemente pelas imagens que encontrei podem existir mais...
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