& other stories [part 1]

Já tinha lido muito sobre a nova marca do grupo H&M, a & Other Stories, mas como as notícias davam conta de que a marca não vai abrir por cá tão cedo (e a loja online não envia para Portugal), ainda não lhe tinha dado muita atenção. Até hoje... escusado será dizer que fiquei agradavelmente surpreendida com o estilo, os preços, os pormenores. Por exemplo, a maior parte das carteiras são de cabedal e não de imitação (já devem ter percebido por esta altura, que não sou nada fã de prástico). Algumas favoritas:

Leather Shoulder Bag, £65

Leather Shopper, £145

Scuba Clutch £19

Satin Clutch £35

Shopper with Detachable Clutch £145

e-beautycare | nova loja


Os nossos amigos da e-beautycare abriram a sua primeira loja física! Fica na Maia, na Rua Padre António n.º 27 (junto à Câmara Municipal da Maia e a cerca de 50m da estação de metro do Fórum Maia). Para comemorar chegou uma remessa colossal de maquilhagem NYX! Se não puderem passar por lá, têm sempre a loja online. E não se esqueçam de apanhar o código de desconto aqui ao lado.

e há tanto tempo que eu não fazia um "separados à nascença"

Carteira Ralph Lauren Double RL & Co. $ 795

Podem não acreditar, mas eu já tinha deitado o olho a esta carteira da Massimo Dutti bem antes de descobrir que ela é uma mana muito bem conseguida de uma Ralph Lauren. E olhem que eu nem sou fã de Ralph Lauren por aí além, mas a linha Double RL & Co está bem interessante. Resultado: lá vou eu fazer stalking à loja até que me passe a vontade ou até que cheguem os saldos.

Carteira Massimo Dutti € 179

Isto realmente é uma espécie de sexto sentido, mas é um sexto sentido que me quer fazer torrar dinheiro. Quando me podia dar para coisas muito mais úteis, tipo adivinhar os números do Euromilhões.

Update @ 04.07.2013: Em saldo a € 79,95! Infelizmente cheguei à conclusão que ela é demasiado grande para os meus 1,50m... ai!

ainda (finalmente) sobre a PopyBox

Foi, mais ou menos, isto: eu abri a PopyBox e começou a tocar o jingle do Lowered Expectations na minha cabeça. 

O aparte necessário: se não sabem o que é, vão imediatamente ao YouTube e pesquisem. O Lowered Expectations era uma das rubricas mais mordazes do programa de comédia MADTV que passava há uns anos na SIC Radical, um dating service supostamente para pessoas comuns que servia de quadro a sátiras do mais tresloucado que há.

 

Acho que a expressão diz tudo...

E, portanto, voltando à PopyBox. A primeira questão é que entre a divulgação das marcas aderentes, a divulgação da primeira imagem da caixa, e a análise do seu conteúdo por diversas bloggers com bastante mais paciência do que eu, aquela coisa da surpresa desvaneceu-se um pouco. 

Pior, pela foto divulgada eu estava convencida que o batom da Make Up For Ever era um full size e portanto foi uma dupla desilusão: era uma miniatura e ainda por cima não era opaco, mas sim daquelas texturas meio transparentes. Não é mau, mas é uma abordagem demasiado segura que não se justifica se pensarmos que esta caixa só interessa mesmo a aficionadas de beleza, e nós não temos medo de batom vermelho!

Das outras coisas, enfim. O óleo anti-estrias da Eucerin gastei-o numa utilização, portanto não percebo a ideia da amostra, porque é um daqueles produtos que só dão algum resultado com uso continuado. Gostei dos produtos da Sebastian, amostras de champô dão sempre jeito para viagens. Também achei úteis as amostras do sérum da Caudalie e da máscara da Guerlain. Mas não houve nada que me entusiasmasse verdadeiramente.

Não sei como o projecto vai evoluir daqui para a frente, mas a verdade é que não tenho vontade nenhuma de comprar outra caixa, apesar de inicialmente ter decidido experimentar três meses. Ou conseguem apoios de outras marcas de cosmética e maquilhagem, ou isto vai esgotar rapidamente a novidade e perder a clientela. Eu não quero menosprezar os esforços deste projecto, porque sei muito bem que a maioria das marcas de cosmética em Portugal ainda funcionam segundo modelos de negócio completamente ultrapassados, e imagino que vender-lhes esta ideia não tenha sido fácil. Mas se é isto que podemos esperar, prefiro poupar os meus € 16,50 e comprar um batom numa promoção de 20% em qualquer perfumaria.

É a minha opinião.

coisas do arco da velha

Eu nunca liguei muito a vendas privadas, essencialmente porque os websites que via por aí não eram muito apelativos em termos de marcas, pelo menos para mim. Entretanto há uns meses li no Facebook do Make Down sobre uma compra de produtos By Terry que a Mia tinha feito no Showroomprivé e registei-me como cliente. Tudo OK, fiz duas compritas entretanto, o serviço parece funcionar bem e tem uma vantagem: eles são franceses e portanto aparecem montes de marcas francesas fantásticas nas vendas, daí a Mia ter conseguido comprar By Terry, e eu entretanto já comprei coisas da Bellápierre e da Talika. Claro que enfim, muitas coisas parecem-me caras mesmo com os descontos em cima, outras parecem-me em conta mas eu não estou para aí virada, o costume.

Ora hoje vou ver as vendas e está a decorrer uma venda da marca Unanyme by Georges Rech e aparece-me isto:

 

Caiu-me o queixo na secretária. É exactamente a mesma carteira que eu comprei na Zara e fui obrigada a devolver porque desbotava. Com a diferença que tem um carimbo da marca, e a outra obviamente não. Olhem para as ferragens das alças... Como é que isto é possível?! 

Mais. As coisas que aparecem no Showroomprivé são mais ou menos de há dois anos (porque já apareceram artigos de marcas que têm lojas cá, como a BCBG MAx Azria e eu lembro-me de os ter visto). Ora segundo o portal (e aqui eles têm uma coisinha irritante, que só deixam ver as coisas a quem está registado por isso não vale a pena deixar o link porque iam sempre parar à página de entrada) esta carteira originalmente custava € 235 e agora está a € 89. O que me levanta todo um conjunto de questões. A carteira da Zara será uma cópia exacta? Ou compraram-nas ao mesmo fornecedor? E neste último caso, como se justifica que uma marca cobre € 235 e outra € 99 (era o preço da carteira da Zara) pelo mesmo artigo?!

Estou, honestamente, desorientada com isto.

Mas querem saber? Sim, perder aquela carteira deu-me um desgosto pequenino e eu sei que isto é uma espécie de segunda oportunidade caída dos céus. Mas não sei, já não é a mesma coisa. Parece que não podemos mesmo voltar aonde fomos felizes.

red roses

Lana Del Rey | L'Officiel Paris Abr 2013 @ Fashion Gone Rogue

Na verdade ainda não sei bem se gosto ou não da música dela. É conforme os dias. Mas acho fascinante a forma como o rosto dela parece mudar conforme o cabelo e a maquilhagem. Até travestida de homem, a Lady Gaga é sempre a Lady Gaga, mas sempre que muda de cor de cabelo a Lana parece ficar uma pessoa diferente. Talvez isto acabe também por ser um comentário à música, ou não. Porque ao fim e ao cabo não sabemos bem se por baixo daquilo tudo existe alguém a sério.

the cut

Creio que os senhores da Mango descobriram, certamente por métodos de espionagem altamente sofisticados, que eu me perco por um casaco de bom corte. A minha carteira estremece...

Casaco Algodão Riscas € 49,99 | Casaco Bouclé Azul € 49,99
Casaco Base Assimétrica € 29,99 | Casaco Textura Pele Serpente € 59,99

talvez a melhor invenção desde a roda


A Primark tem-se tornado o meu destino de eleição para básicos de vários tipos. Encontrei lá o soutien de ginástica perfeito por € 10,99! E para comprar collants de Inverno não há melhor. Estes aqui, então, são uma pequena maravilha: na zona do pé têm uma meia propriamente dita, simples e luminosa ideia que aumenta, e muito, o conforto. Quando comprei estes quase só havia preto e revirei metade da loja à procura de uns castanhos, mas valeu a pena. São mesmo o que eu precisava para usar com as botas texanas que comprei na minha viagem aos EUA; o cabedal é bastante rijo e mesmo depois de três anos ainda me magoavam um bocadinho no tornozelo. Com os collants, ando nas nuvens.

beauty is in the details #4


A colecção da Parfois este ano está absolutamente fantástica... na minha opinião, rivaliza com lojas de preços bem mais elevados como a Pedra Dura. Infelizmente a maior parte da colecção não se encontra na loja online, como por exemplo esta gargantilha. Merece sem dúvida uma visita à loja!

um pouco de cor para o fim de semana...


O novo lançamento da Nars é o Satin Lip Pencil, um batom em lápis de acabamento acetinado / glossy. Vem juntar-se ao Velvet Matte Lip Pencil, o outro batom em lápis da Nars que como o nome indica, é mate. Eu tenho um Velvet Matte na cor Dragon Girl, adoro-o. As cores deste Satin Lip Pencil são todas uma delícia e há uma ou duas que me estão a tentar... Podem ver swatches de todas as cores com a Temptalia.

querido Google, vai morrer longe, tá?

E hoje abro o Reader e aparece-me isto:


Mais um passo, cheira-me, na tentativa de impor o Google+ como "rede social" alternativa. Ora eu experimentei o Google+ durante um total de cinco horas e detestei. Não me deixa publicar com pseudónimo e é esquisito. Aliás o Google+ não foi, de todo, o sucesso que o Google estava à espera mas eles continuam a tentar implementá-lo e a "deixar cair" outros produtos como o Google Reader, que continuava a ser a ferramenta mais utilizada para seguir blogs e feeds diversos. Claro que só um gigante da internet como a Google se dá ao luxo de tratar mal os seus utilizadores e esperar que eles aceitem isto caladinhos.

Google, stop trying to make fetch happen! 
It's not going to happen!

Enquanto os senhores do Google não ganham juízo, diz-nos o apoio técnico que podemos utilizar este link para fazer o download de um ficheiro com toda a informação do Google Reader, que depois pode ser importada para outro leitor de feeds. Acho que vou para o Bloglovin', que remédio.

a entrada do dia tem direito a beicinho


E se algum dia me perguntarem "o que farias se ganhasses o Euromilhões?" eu já sei o que responder: metia-me no avião e ia a Londres comprar este snowglobe da Dior que é um exclusivo do Harrods e custa a módica quantia de £300.

Dois primeiros prémios seguidos para Portugal e nem um tostão para euzinha. Como pode um conjunto de bolinhas coloridas enganar-se tanto...

you can't repeat the past

"I wouldn’t ask too much of her," I ventured. "You can’t repeat the past." 
"Can’t repeat the past?" he cried incredulously. "Why of course you can!" 
He looked around him wildly, as if the past were lurking here in the shadow of his house, just out of reach of his hand. 
"I’m going to fix everything just the way it was before," he said, nodding determinedly. "She’ll see."
F. Scott Fitzgerald, The Great Gatsby
E então o que aconteceu foi o seguinte: no exacto dia em que eu publico um elogio a uma peça Saint Laurent já desenhada pelo Hedi Slimane, ele faz-me isto.

 

Uma colecção grunge.

Ó pá, Slimane, assassina-me já com uma tesoura de costura que eu não aguento isto.

Vou esclarecer que tenho idade suficiente para ter passado pelo grunge verdadeiro e próprio no início da década de 90, e olhem que à primeira vez também não me impressionou por aí além. Camisas de flanela, Doc Martens e roupas rasgadas nunca foram a minha cena e se seguem o estaminé já devem ter percebido que o meu estilo pessoal passa por linhas elegantes, coisas bonitas, cor.

Acresce que devo ter ganho uma aversão adicional à corrente grunge por ter passado toda uma viagem de visita de estudo Santo Tirso / Conímbriga, ida e volta, a ouvir vezes sem conta o Unplugged in New York dos Nirvana. Ainda hoje vejo autocarros e autoestradas quando ouço os acordes do Come as You Are.

Eu já não estaria muito virada para apreciar esta colecção fosse em que casa fosse, e aliás o facto de a moda se auto-reciclar de vinte em vinte anos começa a ser um bocadinho irritante. Mas na Yves Saint Laurent, de entre todas as casas possíveis, isto é a maior das desgraças.

Não, não não e não. E acima de tudo, não. Isto não tem nada, nada a ver com a estética da casa Yves Saint Laurent, sim, YVES Saint Laurent e não Saint Laurent Paris ou o que mais inventem a seguir. Quando o Christophe Decarnin saiu da Balmain em 2011, eu escrevi uma entrada devidamente fundamentada com imagens diversas (isto era no tempo em que eu tinha ainda tempo para fazer tais coisas) sobre os desafios dos criadores modernos que pegam em casas de alta costura com décadas (quase séculos) de história. Na altura usei o trabalho do Stefano Pilati na YSL como um dos bons exemplos e escrevi o seguinte:

Não falo de ir aos arquivos e copiar o que já foi feito. Não falo de apresentar sempre as mesmas silhuetas, as mesmas peças. Falo, sim, de pegar no antigo, desmanchá-lo até ao âmago, e criar algo novo. Podem crer que é muito mais difícil do que receber carte blanche e fazer pura e simplesmente o que nos dá na telha...

Mas o senhor Slimane fez o que lhe deu na telha e, enfim, concretizou todos os meus piores receios que se vinham avolumando desde o ano passado. Meus amigos, isto não é a mulher YSL. Mesmo quando se assumia como transgressora, quando vestia roupa masculina, quando soltava os cabelos e desabotoava um botão a mais na sua camisa branca, a mulher YSL sempre foi elegante e sempre fez virar cabeças. Não me venham falar em supostas inspirações na estética YSL do final da década de sessenta, porque YSL transformava a peça mais banal num prodígio de estética.

Isto? Parece roupa saída do caixote dos saldos a €1 na loja chinesa aqui ao lado.

Admito que até certo ponto isto seja uma questão de gosto, sim, e a Leandra Medine do The Man Repeller fez uma defesa inteligente da colecção. Mas eu tenho de concordar, ponto por ponto, com o que escreveu a Cathy Horyn no The New York Times: In terms of design, the clothes held considerably less value than a box of Saint Laurent labels. Without the label attached to them, Mr. Slimane’s grunge dresses wouldn’t attract interest — because they’re not special. But a box of labels is worth a million.

 

Ou resumindo a coisa: é tudo feio como o raio. Se um participante no Project Runway se atrevesse a fazer algo parecido, nem chegava à fase da apresentação, porque o Tim Gunn atirava-lhe com uma máquina de costura à cabeça.

Honestamente, nunca pensei sentir-me satisfeita por ao menos Monsieur Yves não estar vivo para testemunhar esta atrocidade. Mas hoje são os euros e cifrões que falam mais alto, por isso o teste de fogo para esta colecção (e para a carreira de Hedi Slimane na casa Saint Laurent) é ver como isto vende (ou não) nas lojas.

Eu vou só ali ao lado explicar à Courtney Love que não, o Slimane não lhe assaltou o armário.

desaparecidos em combate #5


Vou tentar fazer um destes de dois em dois meses, porque realmente há fases em que nada se acaba, seguidas de fases em que vão três ou quatro ao mesmo tempo... Este desaparecidos diz respeito aos meses de Janeiro e Fevereiro de 2013. Ora vamos lá:

Dermalogica Daily Resurfacer
Este produto foi reformulado desde a última vez que o comprei. Consiste numa embalagem com 30 "dedeiras" exfoliantes individualmente embaladas (ver foto) mas as imagens mais recentes que encontrei na internet parecem mostrar que o produto agora vem numa espécie de esponjinha. As "dedeiras" vêm embebidas em alfa- e beta-hidroxiácidos e fazem uma exfoliação suave no rosto (presumindo que não as esfregam na cara como se fosse Scotch Brite, o que não é de todo a ideia). Gosto muito deste produto porque faz uma exfoliação muito suave e é óptimo para viagens, atiras dois ou três pacotinhos para o nécessaire e estás a andar. Já me restavam só três por isso resolvi acabar a embalagem.
Buy Again? Sim. Não por enquanto, que isto é um bocadinho caro.

Skinceuticals Hydrating B5 Gel
Como podem ver pela review que escrevi, gostei bastante deste sérum, e experimentaria mais coisas da Skinceuticals. Mas entretanto estou a usar o Hydraluron, tornado famoso pela blogger Caroline Hirons, que é igualmente baseado em ácido hialurónico e apresenta duas vantagens em relação ao Hydrating B5: é um gel e absorve mais depressa, o que me permite usá-lo de manhã; e dependendo de quanto me durar o tubo, acho que sai mais barato que este. O problema é que tenho de fazer stock sempre que vou ao UK...
Buy Again? Por enquanto não.

BareMinerals Mineral Veil Original
Este pó não é a base em pó mineral da marca, mas sim o "pó de arroz". Quando a BareMinerals chegou à Sephora eu comprei um Get Started Kit em Medium (acho que era o Medium, onde é que isso já vai) e trazia dois tons de base mineral, um bronzer e este pó. É um bocadito esbranquiçado demais para o meu tom e precisava de aplicá-lo com mão muito leve, mas como a caixa era pequena, era bom para levar em viagens ou para o ginásio. Já gastei três embalagens de base em pó BareMinerals (sou a cor Medium Beige), mas não voltava a comprar este pó.
Buy Again? Não.

Armani Lasting Silk UV Foundation SPF 20 #6.5
IUPI! ACABEI UMA BASE! Graças aos meus arquivos consigo precisar que comprei esta base em Abril de 2011. Adorei-a, como adorei todas as bases da Armani que já usei até hoje; antes desta já tinha gasto uma Luminous Silk e uma Face Fabric. As bases da Armani são essencialmente "à prova de erro": com a mão, com pincel, aplicam-se facilmente e dão ao rosto uma luminosidade extremamente natural, maravilhosa mesmo.
Buy Again? Sim.

L'Occitane Crème Mains Peaux Séches
Para mim este é O Creme de Mãos, e já devo ter gasto uns quatro ou cinco tubos. Tenho o grande na mesa de cabeceira (foi este que se acabou) e um pequeno na carteira.
Buy Again? Sim.

Amostra Frederic Fekkai Essential Shea Pot de Crème
Uma amostra que andava perdida nas minhas gavetas e que eu já nem sabia de onde vinha; após uma conversa com a minha amiga D. cheguei à conclusão que veio num goodie bag do Saks Fifth Avenue na viagem a Nova York em Outubro de 2010... Yikes! Bem, a verdade é que pus isto de parte porque me pareceu um produto rico demais para o meu cabelo oleoso. No entanto, quando comecei a hidroginástica percebi que depois de uma aula tanto a minha pele como o meu cabelo precisavam de um shot de hidratação acrescida! Este produto é um creme de styling espesso com manteiga de karité, e como eu só aplicava um bocadinho ainda me durou um mês. Em cabelos lisos ajuda ao brushing, e imagino que em cabelos encaracolados seja uma absoluta maravilha para hidratar e definir os caracóis! Só é pena que, como todos os produtos da Fekkai, seja carote! Se o encontrarem nos saldos da Sephora, tem o meu selo de aprovação. Eu não o compraria, apenas porque entretanto comprei o Elixir Ultime da Kerastase e é bastante mais fácil de usar - é que a embalagem disto é mesmo, como indica o nome, um pote de creme que eu acho muito pouco prático.
Buy Again? Gostei muito mas... não.

Amostras Nude Skincare
Estas três amostras duraram-me quase um mês, o que deu direito a uma review bastante positiva e a inclusão no desaparecidos! Gostei bastante e esta marca ficou no meu radar...
Buy Again? Sim... um dia...

Garancia En Deux Coups de Baguette
Não tenho grande coisa a acrescentar à minha review, salvo que entretanto me habituei e deixei de sentir o cheiro estranho a rosas de plástico. De um modo geral gostei deste produto, mas fiquei tão irritada - em vários sentidos - com a reacção alérgica que tive ao Pschitt Magique, que honestamente não tenho vontade de voltar a comprar produtos desta marca.
Buy Again? Pois, acho que não.

Champô Yves Rocher Reflets Naturels Castanho
Um champô de reflexos a um preço muito simpático, recomendo aliás vivamente toda a linha de corpo e cabelo da Yves Rocher! Honestamente nunca consigo dizer grande coisa sobre champôs, mas recomendo este para ajudar a manter os cabelos com coloração.
Buy Again? Sim.

Champô Aussie Colour Mate
Já aqui mencionei por várias vezes a minha apreciação pelos produtos da Aussie. E este champô não foge à regra. É suave, limpa bem e não deixa o cabelo pesado. O único senão é que tem um ligeiro aroma frutado que eu não gosto, mas desaparece depressa.
Buy Again? Sim.

Nivea Stay On Lip Liner #01 Pink Brown
Aos anos que a Nivea não comercializa maquilhagem no nosso país... só por aí dá para ver o que são as minhas gavetas de maquilhagem! Ainda gastei dois ou três deste lip liner, que era a correspondência perfeita da cor dos meus lábios e por isso dava com tudo. Entretanto encontrei um substituto no MAC Cremestick na cor Beurre que, enfim, custa para aí o triplo.
Buy Again? Se houvesse!

opinião impopular do dia

Poster "Rosie The Riveter", EUA, II Guerra Mundial

A maior parte dos "Dias de..." irrita-me. E o Dia da Mulher é dos que me irrita mais. OK, vamos lá fingir durante um dia que nos preocupamos com o assunto tal e tal, publicar jornais em papel cor-de-rosinha, dizer umas vacuidades bem-intencionadas, e assim já ficamos com a consciência limpa durante um ano e podemos preocupar-nos com coisas realmente importantes. Vamos plantar uma árvore em frente aos jornalistas e depois continuar a ignorar os problemas ambientais. Vamos debitar uns lugares-comuns sobre ser mulher, e mãe, etc. e tal, e esquecer que a desigualdade entre os sexos continua a existir em todos os campos das nossas vidas.

Sim, é verdade que as mulheres já não são uma propriedade dos pais ou dos maridos como noutros tempos. É verdade que avançámos anos-luz em relação às vidas que as nossas avós e bisavós viveram. Mas na China abortam-se fetos por serem do sexo feminino. Na Índia violam-se mulheres por terem a ousadia de andar de autocarro. Aqui mesmo na nossa Europa supostamente esclarecida, há "tectos de vidro" por tudo quanto é lado, e neste jardim à beira-mar plantado tiveram de inventar uma lei que obriga a ter uma determinada percentagem de mulheres em cargos políticos, e que mesmo assim não é cumprida.

E todos nós alegremente, mulheres incluídas, continuamos de forma inconsciente a perpetuar estereótipos atrás de estereótipos sobre o papel da mulher e do homem na sociedade. Tomamos a igualdade como um dado adquirido, mas por baixo do verniz do politicamente correcto, os preconceitos que nos incutiram continuam a formatar-nos as vidas. Que o cérebro não é um computador, e não dá para desinstalar o velho e instalar o novo de um dia para o outro.

Nunca me esqueço que há uns anos estava na festa de aniversário de uma criança da família e, entre seis milhões de pequenotes a saltar por todo o lado, um miúdo de uns cinco anos divertia-se a empurrar um carrinho de compras de brincar. Às tantas chega a mãe dele e diz "não mexas nisso, que é um brinquedo de menina".

Não mexas nisso filho, que ir às compras, cozinhar para a família, passar a ferro e tratar dos miúdos é coisa de mulher, é inferior, é secundário. Tu tens de ser o homem da casa, filho, sustentar a família, chegar a casa, descalçar os sapatos e sentar-te à frente da televisão enquanto a mulher te faz o jantar.

Ainda contei isto à minha Mãe e rimo-nos um bom bocado, porque eu em miúda tanto brincava com bonecas e lava-loiças (eu tinha um lava-loiças de brincar que deitava água a sério, era um mimo) como com Legos e pistolas daquelas que disparavam ventosas. Olhem que tinha boa pontaria, alinhava uns animais de PVC na mesa da cozinha e aquilo era um massacre.

Mas a vida é assim, meninos e meninas. A moda é fútil, é coisa de gaja, mas os "maiores" costureiros são homens. A cozinha é para as mulheres, mas os "grandes" chefes de cozinha são homens. E da próxima vez que forem ao cinema, experimentem aplicar o Teste de Bechdel ao filme que estão a ver. Criado por Alison Bechdel em 1985, o Teste de Bechdel mede uma obra de ficção pelos seguintes critérios: (1) tem duas personagens femininas (2) que falam entre si (3) sobre algo além de  um homem. Parece simples, não parece? Mas vão admirar-se com a quantidade de obras que chumbam no teste.

Isto saiu um bocado mais comprido e mais indignado do que eu esperava. Take it or leave it...

N.B.: Eu sei que assim de repente parece que a senhora Rosie The Riveter está a fazer outra coisa mas não, ela está a arregaçar as mangas para ir trabalhar, nomeadamente porque é americana e os americanos não sabem o que é o riquíssimo património cultural do "gesto realizado com os dois braços, cruzando-se um sobre o outro, mantendo-se um deles na vertical, e que serve para ofender alguém". Nem sabem eles o que perdem.

the queen arrives


Se a colecção Pre-Fall da Chanel foi toda ela Escócia e Maria Stuart, a colecção Outono/Inverno da casa Alexander McQueen é Tudor até ao tutano, evocando os riquíssimos bordados da corte de Isabel I e os imponentes retratos reais que nos ficaram da soberana.


A Inglaterra Tudor que nos surge no desfile McQueen é naturalmente idealizada, mais sumptuosa que a verdadeira corte Tudor alguma vez foi. Muito do que se vê vai beber inspiração à Isabel I interpretada por Cate Blanchett em dois magníficos filmes dirigidos por Shekhar Kapur. No segundo em especial, Elizabeth: The Golden Age, os figurinos são do mais brilhante que já vi em cinema, nem tanto pelo luxo em si, mas pela forma como progressivamente reflectem o estado de espírito da soberana com o desenrolar da acção.


Muito haveria ainda a dizer sobre a "moda" Tudor que assolou os últimos anos, começando com estes filmes e passando por mais duas mini-séries televisivas centradas em Isabel I e a espécie de telenovela muito pouco baseada em factos históricos que é Os Tudors. Ainda este ano, o Victoria & Albert Museum em Londres apresenta uma exposição intitulada Treasures of the Royal Courts: Tudors, Stuarts & The Russian Tsars, patente de 9 de Março a 14 de Julho.


Não deixa de ser curioso recordar a aparição de Cate Blanchett nas páginas da Vogue em 2007, fotografada por Irving Penn, aquando da estreia de Elizabeth: The Golden Age. Blanchett enverga um vestido Balenciaga por Nicolas Ghesquiére inspirado nos figurinos do filme. A arte imita a vida imita a arte imita a vida...

voando abaixo do radar até Paris



Hoje fiquei muito feliz ao receber este pacotinho que veio ter comigo voando abaixo dos radares inimigos, leia-se, dos senhores da Alfândega que nos empatam a vida ao sequestrar-nos as encomendas vindas dos US of A!



Fiz esta encomenda um bocado a medo, porque tinha lido no Glimmer Le Blonde sobre uma encomenda feita na promoção de Black Friday da marca, que ficou dois meses retida na Alfândega! Entretanto perguntei no Facebook e algumas pessoas já receberam encomendas normalmente, em cerca vinte dias. A minha foi enviada no dia 25 de Fevereiro e chegou hoje, o que deve ser uma espécie de recorde!



Como já podem desconfiar pela foto acima, a minha encomenda é a paleta Paris Palette da Sigma Beauty, pela qual me apaixonei depois de ver uma review da mesma no LiliMakes. Esta paleta custava $ 59 e agora está a $ 49, sobre os quais ainda consegui aplicar um código de 10% que encontrei, baixando o preço para $ 44.10. Claro que a este preço acrescem $ 24.15 de portes para um total de $ 68.25, mas como o câmbio dólar/euro se tem portado bem, o preço ficou € 52,33. Em comparação, na loja espanhola RADA Beauty esta paleta está a € 63,95 por isso poupei quase € 12... porque tive a sorte de não ser apanhada pela Alfândega!



A paleta veio muito bem acomodada numa embalagem à medida, e embrulhada em plástico de bolhinhas. Trazia um folheto informativo da marca e um mini pincel de oferta.



É bastante maior do que eu estava à espera e apesar de ser feita em cartão, tem muito bom aspecto. Está protegida por uma sleeve exterior e tem fecho magnético.



A paleta em si tem um espelho na tampa, um pincel de olhos E55, um pincel de blush F40, três blush de 4g cada e oito sombras de 1,5g cada. Os pincéis isolados custariam $ 10 e $ 16 respectivamente. Quanto à maquilhagem em si, para comparar uma sombra da MAC ou da Urban Decay tem exactamente a mesma quantidade e custa € 16, um blush tem 6g e custa € 20. 



Acho que esta paleta foi um bom investimento, pelo bom equilíbrio entre neutros e cores vivas, e também pelo facto de incluir os blush e dois pincéis. É só adicionar base e máscara de pestanas, e estamos on the go! Quando puder actualizo com swatches das cores para terem uma ideia da pigmentação.


Update: só agora reparei que o mini pincel que recebi de oferta é um pincel de eyeliner, o E05. Nada mal!

assim já gosto

Talvez a primeira coisa de que gosto verdadeiramente desde que o Hedi Slimane assumiu a direcção da casa Saint Laurent. Sem surpresas, vermelha.

@ Chicmuse.com

Jennifer Lawrence em Dior (e sem filtro)

 

E sobre as imagens da recente campanha que fez para a Dior, Jennifer Lawrence tem a dizer o seguinte: "That doesn't look like me at all. I love Photoshop more than anything in the world. Of course that's Photoshop. People don't look like that."

Eu bem disse, adoro esta miúda.

the oscars 2013: ginnifer goodwin [technicolor]


Última entrada sobre os Óscares, adeus e até para o ano! Não podia acabar sem mostrar a Ginnifer Goodwin, que actualmente interpreta a Branca de Neve na fantástica série Era Uma Vez. A Ginnifer adora cor e não receia maquilhagens ousadas. Este vestido de um incrível tom azul é Monique Lhuillier e a maquilhagem é Nars! 

Nem falo da pele perfeita, não é à toa que a Ginnifer é a Branca de Neve. Inveja... Vejam bem a combinação de cores extraordinária na maquilhagem de olhos:


Nos olhos foram usados o lápis Larger Than Life Long-Wear Eyeliner na cor Abbey Road e dois duos de sombras combinados: o colorido Rated R, de onde saiu o tom azul turquesa,  e os castanhos do duo Cordura

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