Canavezes "Muzas"

A busca do ser humano pelo que é novo, estranho e desconhecido leva muitas vezes a que descuremos o que está mesmo ao nosso lado. E se em Portugal já há relativamente poucas marcas de cosmética, menos ainda olhamos para elas quando andamos deslumbrados pelo que que usa lá fora.

Já tinha encontrado na farmácia os sabonetes e o creme hidratante da marca portuguesa Canavezes,  mas desconhecia que tinha um percurso tão recheado de história: as Termas de Canavezes datam da ocupação romana e as suas águas termais têm sido apreciadas desde a fundação da nacionalidade, pois  D. Mafalda de Sabóia, primeira rainha de Portugal, frequentava as termas para tratar as suas doenças de pele. Hoje em dia as termas são exploradas pelo Grupo Canavezes e incluem um hotel, um centro cultural e um laboratório de pesquisa dermatológica.


Agora e mesmo a tempo do Natal, o Grupo Canavezes reeditou aquela que, com mais de dois séculos de existência, é a primeira e mais antiga marca cosmética portuguesa – a ‘Muzas’, lançando no mercado um conjunto de cinco sabonetes da linha ‘Canavezes Muzas’, em que a embalagem de cada um conta um pedaço da história de Portugal.

Inspirados nas cinco quinas do brasão de Canavezes, atribuído pelo Infante D. Henrique, os cinco sabonetes, que se apresentam com os nomes ‘Art’, ‘Mystery’, ‘Romance’, ‘Nature’ e ‘History’ foram desenvolvidos pelos Laboratórios Dermatológicos Canavezes, que centram a sua actividade na investigação das propriedades únicas da água termal de Canavezes, na investigação dermatológica e no estudo e produção de formulações dermocosméticas. “Os sabonetes ‘Canavezes Muzas’ são preparados através de um método artesanal secular e são um elixir livre de qualquer elemento nocivo para a pele, que prima pela excelência de uma fórmula simples, mas única – biogeleia extraída das águas termais de Canavezes, óleos essenciais e azeite. O segredo está na forma como se conjugam estes três ingredientes...”, conta Patrícia de Canavezes, presidente do Grupo Canavezes. 

A marca ‘Muzas’ inicialmente surgiu como uma marca de cosmética e do lar, e sob a mesma se produziram no século XIX e início do século XX, chapéus para as famílias reais de toda a Europa, lençóis de linho ricamente bordados e óleos essenciais para aromatizar roupas de cama e atoalhados utilizados na estância termal de Canavezes, bem como diversos produtos de higiene e bem-estar, como sabonetes e cremes. 

Podem encontrar os sabonetes Muzas numa farmácia, ou melhor, numa pharmacia perto de si, com preços à volta dos € 10.

Portman X Dior X 3


Natalie Portman anda a correr as capitais europeias em modelitos Dior, tudo devido à press tour do filme Thor: O Mundo das Trevas que estreia já esta quinta-feira em Portugal. É antestreia aqui, é antestreia ali, e uma certa irritação porque somos um nico de país e estas coisas nunca passam por cá; no máximo vão ali ao lado a Madrid.

Uma comum mortal podia ter problemas em arranjar trapos para vestir em tanto tapete vermelho, mas como a nossa Natalie é a cara da Dior, não veste outra coisa há meses. Assim, nos últimos dias presenteou-nos com três looks completamente diferentes que só provam a versatilidade do designer Raf Simons. Ali em cima temos o clássico vestido de tapete vermelho, usado na antestreia de Berlim. Enquanto aqui em baixo temos o vestidinho cocktail em jogo de flores e transparências usado na antestreia de Paris.


O meu visual favorito, porém, é este conjunto de saia e T-shirt que Natalie usou na antestreia em Londres. Consegue ser moderno, elegante e despojado mas também absolutamente prático para uma saída debaixo de chuva torrencial como foi o caso. É que sempre me irritou o facto de certas estrelas aparecerem em eventos ao ar livre bastante descascadas mesmo quando as intempéries pedem agasalho. Das duas uma: ou não sentem o frio, ou preferem arriscar a hipotermia só para ficar bem na foto - e nesse caso, para usar uma expressão anglo-saxónica, you're trying too hard.


Aplauso, portanto, à simples T-shirt de manga de Natalie Portman.

if I was a rich girl


Coisas giras a fazer em tardes de chuva enquanto se recupera de uma potente gripe: navegar pela secção de beleza do Net-a-Porter e fazer de conta que efectivamente temos dinheiro para fazer compras (isto é, para fazer compras e ainda pagar a água, luz, renda, etc). 

Aqui não há que enganar e começamos logo pela marca Charlotte Tilbury. Eu só não me atirei ainda de cabeça porque estou à espera que o Net-a-Porter faça uma promoção de free shipping; não pago € 15 de portes nem que os produtos venham de Marte. Trazia as sombras em lápis Colour Chameleon, altamente elogiadas por quem já experimentou, nas cores Amber Haze (chocolate dourado) e Champagne Diamonds (o nome diz tudo).  Para finalizar o visual, um batom K.I.S.S.I.N.G. na cor So Marilyn, que é um vermelho daqueles que eu gosto (pois, há muitos vermelhos de que eu gosto, é um problemita que eu tenho). A € 23,37 os lápis e € 28,28 o batom, a marca está mais ou menos no price point de uma Chanel ou uma YSL por isso a coisa não é particularmente obscena.


Depois e muito numa de "quero experimentar", um creminho com o nome mirabolante de Charlotte's Magic Cream. Reza a lenda que Charlotte criou a primeira versão deste creme fazendo ela própria misturas, e desde então passou a usá-lo em todas as pessoas que maquilhava e "o creme da Charlotte" transformou-se numa espécie de mito urbano da moda. Bom, a € 86,10 por 50ml isto devia trazer um massagista italiano garboso para me aplicar o creme na cara. Mas enfim. Diz que tem uma data de coisas boas que eu gosto, tais como ácido hialurónico, péptidos, vitamina E e óleos de camélia e rosa mosqueta.

Ainda na onda do skincare, o Organic Argan Oil Moisturizer da Josie Maran, que não é mais que óleo de argão 100% puro e orgânico. Eu agora ando muito amiga de óleos e este é o produto estrela da linha Josie Maran (que é toda orgânica). A €43,05 por 50ml ou €86,10 por 120ml, não é barato mas ainda assim deve render muito mais que o Magic Cream!


Mais batons! Em cima The Expert Lip Color no tom Blood Roses da Kevyn Aucoin, € 34,44. Em baixo o Creme Smooth Lip Color no tom Tamara Red da Laura Mercier, €24,59. E por aqui dá logo para ver que eu derivo sempre para determinados tons de batom e há que exercer uma determinada disciplina na hora da compra. Mas enfim, tendo em conta que um Rouge G da Guerlain custa € 40, estas marcas também não saem da média da chamada "gama alta".



Por fim, um Creamy Glow também da Kevyn Aucoin na cor Patrice, € 23,37, porque sempre quis experimentar este produto e achei graça a esta cor (e ao nome, confesso).

Terminado o meu dream shopping, não posso deixar de fazer um pequeno aviso a quem se pretender aventurar pela secção de beleza no Net-a-Porter: comparem preços. Comparem, comparem, comparem. Eu já percebi que há pelo menos duas ou três marcas que estão obscenamente inflacionadas sem que se compreenda porquê. Nem pensem em comprar Le Métier de Beauté porque os preços deviam trazer bolinha vermelha. A marca já de si é cara, mas um Lip Crème custa € 34 na BeautyBay e no Net-a-Porter só têm uma cor disponível e custa € 55, um eyeliner na BeautyBay custa € 40 e no Net-a-Porter custa € 68, só dá vontade de escrever para lá e perguntar que substâncias andam eles a consumir!

Real Techniques | duo fiber collection


Se andarem por essas internetes fora, depressa verão que a Duo Fiber Collection da marca Real Techniques é um animal estranho que inspirou as mais diversas reacções, do amor ao ódio e passando por muito "ah, e tal". Eu não planeava comprá-los até que os senhores da iHerb.com me enviaram um vale de desconto de dez dólares, e me apeteceu testar a "teoria da balança" (isto é, a teoria de que as encomendas pequenas e leves têm maior probabilidade de voar debaixo dos radares alfandegários). Portanto lá comprei o conjunto que me ficou por uns míseros dez euros e cêntimos, contados os portes.


A "teoria da balança" confirmou-se e passadas cerca de duas semanas lá chegou sã e salva a minha encomenda. Passados uns dias de uso, não dou por desperdiçado o meu dinheiro. Gosto especialmente do pincel de rosto e passo dar detalhes:

Os pincéis da Duo Fiber Collection são todos relativamente mais "fofinhos" que os restantes pincéis da Real Techniques. Com isto quero dizer que a distribuição das cerdas é mais folgada, especialmente na parte das cerdas brancas, e os pincéis são mais maleáveis. Em consequência, "apanham" menos produto e são especialmente indicados para a aplicação de produtos muito pigmentados e/ou quando se pretende um efeito bastante leve. Um facto curioso: talvez devido à disposição das cerdas, estes pincéis levantam muito pó, o que parece um contra-senso tendo em conta que "apanham" pouco produto (ou talvez não). Confesso que não os experimentei com produtos em creme.

Por motivos que nem eu sei explicar, até hoje nunca fiquei completamente satisfeita com nenhum pincel de pó para o rosto. A questão é que eu preciso absolutamente de fixar a base com pó, mas não ao ponto de eliminar todo o brilho e vivacidade do rosto. E por isso sempre embirrei com os pincéis de pó... o pincel de pó da Bellápierre era o mais próximo que chegara da perfeição mas ainda assim estava, digamos, a 90% do que eu queria. 

Ora o pincel Face Brush é exactamente o que eu sempre procurei. Aplica uma camada levíssima de pó e o efeito é invisível e natural. Tenho-o usado todos os dias com o Invisible Powder da Kiko e adoro o resultado. O único senão é que o raio do pincel levanta uma autêntica nuvem de pó branco quando me estou a maquilhar.


Já o Contour Brush é um bocadinho o "flop" da colecção, pelo menos para mim. Em termos de resultados, é bastante parecido com (i) o Contour Brush da Core Collection; (ii) o Setting Brush; e ainda mais do que tudo, com o Argent Makeup 102. Ou seja, se tiverem qualquer um destes pincéis, não me parece que este Contour Brush vos mude a vida.

A princípio não sabia bem o que fazer com o Eye Brush, mas lá percebi que por "apanhar" pouco pigmento ele se porta bastante bem a esfumar. Ou seja, em vez de depositarem mais pigmento de cada vez que passam o pincel, ele limita-se a esbater, o que pode ser uma mais-valia na criação de certos efeitos.

Assim, o Face Brush foi mesmo um achado mas acho que vivia bem sem os outros (OK, ainda estou indecisa quanto ao Eye Brush). Tendo em conta que comprei o kit por uma fracção do preço normal, valeu a pena.

Mango Premium


Para o caso de os lookbooks da Zara não saciarem a vossa vontade de ver modelos com aparente escoliose envergando peças minimalistas em cores negras, a Mango acaba de lançar uma colecção a que chamou Premium e que inclui... pois, já estão a ver onde isto vai dar.

Eu por mim não me queixo. Regra geral gosto mais do corte das peças da Mango, e gostei do casaco que mostro ali em cima e do vestido aqui em baixo. E quem sabe, pode ser que tenham umas boas calças pretas de corte simples, peça que nas últimas estações tem sido mais difícil de encontrar que um unicórnio alado.


Ainda assim, acho que não lhes caíam os parentes na lama por fazer peças para a colecção em cores que não o branco ou o preto...

a linha Color Freeze da Schwarzkopf Bonacure


Às vezes os melhores achados surgem-nos por acaso. Este Verão fiz uma visita à loja EsmeCosmética à procura de uma linha de maquilhagem mencionada no blog Pó de Diamante da Mimi La Rose. Ora quando lá cheguei, verifiquei que várias linhas de cabelo estavam em saldos com 40% de desconto e acabei por trazer três produtos da linha Color Freeze para cabelos pintados, da Schwarzkopf Bonacure: o champô sem sulfatos, o condicionador em spray leave-in, e a máscara. E ainda por cima trouxe os tamanhos XXL de 500ml no champô e na máscara (afinal em saldo, ficavam ao mesmo preço dos tamanhos médios full-price).

Durante a maior parte do Verão usei um champô e condicionador para cabelos oleosos, e depois um champô suave durante a praia, mas em Setembro comecei a usar os produtos da Schwarzkopf, até porque estava algo curiosa sobre o champô sem sulfatos. Tenho a dizer que estranhei as primeiras utilizações! Este champô requer absolutamente duas passagens, pelo menos no meu cabelo. É que a primeira passagem praticamente não faz espuma! Por outro lado, à segunda passagem eu notava que apesar de limpo, o meu cabelo ficava muito emaranhado na metade da frente, o que não era usual (eu tenho um corte em que a parte de trás é mais curta que a parte da frente, mas também tenho o cabelo muito liso).

No entanto, ao fim de umas utilizações habituei-me e comecei a apreciar os efeitos da linha no meu cabelo. Percebi que o truque é  deixar o cabelo aparentemente emaranhado (mas bem limpo de resíduos, claro), enxaguar sem esfregar e aplicar o condicionador leave-in: o cabelo fica desembaraçado em instantes. O que eu noto com o uso continuado destes dois produtos, é que o cabelo fica liso e maleável mas com "corpo" que se mantém durante os dois dias de intervalo entre as lavagens. Ou seja: mesmo no segundo dia tem algum volume ao nível das raízes e não está com aquele ar "melado" que o cabelo oleoso às vezes ganha.

Entretanto demorei um bocado para experimentar a máscara, porque sou preguiçosa. Mas na semana passada lá arranjei tempo e posso dizer que fiquei muito impressionada. Em primeiro lugar porque a absorção é óptima: ao fim do tempo de pose, quase não havia resíduos de produto no cabelo. Em segundo lugar, porque a máscara tem um efeito de hidratação acrescida mas não me fez o cabelo pesado, nem no primeiro nem no segundo dia.

Como ainda tinha as pontas um pouco secas apesar de ter cortado e pintado depois da praia, acabei por experimentar mais um produto desta linha: o sérum para pontas, que apanhei numa bela promoção da Pluricosmética (o sérum vem num tubo de 75ml que custa à volta de € 16; eu comprei uma bolsa que traz um full-size e mais dois minis de 100ml de champô e condicionador, por € 9,99). Aplico na metade inferior do comprimento do cabelo antes de secar, e adeus frizz. Tal como os outros produtos, deixa-me o cabelo bem-comportado mas com algum volume.

Em termos de cor, e porque esta é em primeiro lugar uma linha de protecção e cuidado da cor, posso dizer que pintei no início de Setembro e tenho a cor tal e qual saí do cabeleireiro. Não mudou de tom e manteve o brilho.

Ao pesquisar para escrever esta entrada, descobri que a linha Color Freeze tem mais produtos ainda: pelos vistos há três champôs diferentes (champô de brilho, champô sem sulfatos e champô reflexos prata), dois condicionadores e e ainda um creme de styling. É uma linha bastante completa que me deixou muito satisfeita com os resultados.

back in black


A imagem no catálogo da Bimba y Lola é bem gira, mas a verdade é que ao vivo, a cor a que a loja online chama bricked - um laranja terracota - é um bocado menos interessante. Talvez fosse, não se desse o caso de eu ter uma Bayswater quase da mesma cor! Mas uma carteira preta, por outro lado, tem muito mais rodagem. E por isso achei o mesmo modelo em preto muito atractivo mesmo: tem o tamanho certo, o cabedal é de boa qualidade e gosto do pormenor dourado. Ah, e é uma shopper fechada, pormenor que acho especialmente prático.

Arizona Medium Shopper, € 220, Bimba y Lola

Estava eu a pensar na Arizona quando numa visita ao Net-a-Porter encontrei esta Sophie Hulme. Já tinha visto várias imagens e streetstyle das carteiras desta jovem designer, mas até agora todas as carteiras da sua linha eram daquelas shopper que são mais altas que largas, totalmente vedadas aos meus 1,55m... Já esta tem o tamanho ideal e as ferragens douradas são um toque que marca a diferença. 

Textured Leather Tote, € 750, Sophie Hulme @ Net-a-Porter
E falando em ferragens douradas lembrei-me... sim, visito-a de vez em quando na loja online mas ainda não me decidi! A verdade é que ainda não a vi em nenhuma loja física, e gostava de a ter na mão antes de tomar uma decisão.
Bowling Pele Peça Metal, € 99,95, Zara

IN BEAUTY


Nunca fui à Expocosmética (talvez no ano que vem), mas pelos relatos que li das meninas que já foram à feira, sabia que o que podia esperar da IN BEAUTY era muita estética profissional, muito cabelo e muitas nails. Fui na segunda-feira que apesar de ser o dia exclusivo para profissionais, foi igualmente bastante concorrido! No entanto como fiz umas pesquisas prévias, já sabia ao que ia e fui direitinha ao stand da Orly! No meio de tantas nails, para todos os gostos, de todas as cores e por tudo quanto era lado, ainda assim a Orly sobressaía pela apetitosa variedade de cores.

@ Facebook Orly Portugal
Aliás e com tanta variedade, tenho de confessar que a memória RAM ficou um bocado sobrecarregada a tentar processar tanta cor e nem fixei bem os preços dos vernizes, o que originou um situação curiosa. A menina que me atendeu, depois de me passar para a mão o frasco de Bonder que eu imediatamente pedi (e que ela ia a meio caminho de recomendar, mas eu fui mais rápida) explicou-me que o preço normal dos vernizes era € 10,50 mas que na feira estavam a € 6,50. Eu fixei o número € 10 e portanto como já levava o Bonder contive-me a custo e trouxe só dois: um rosa acetinado chamado Opal Hope e um azul petróleo com brilhos chamado High On Hope.


Estive quase, quase para trazer um carmim chamado Sweet Tart e um fuchsia quase radioactivo chamado Purple Crush (o computador não lhe faz justiça) mas, claro, como pensava que os vernizes custavam € 10 acabei por deixá-los, especialmente porque tinha a ideia de ter uma cor muito parecida com o Sweet Tart. E portanto foi uma espécie de poupança involuntária, porque cheguei à caixa e afinal a conta eram só € 19,50.

Passado um bocado lá me lembrei que o Sweet Tart é muito parecido com o Cherries In The Snow da Revlon, sendo que gosto de ambos por serem o de mais aproximado que há com uma cor descontinuada da MAC que eu adorava, chamada Cuisine. O que equivale a dizer que continuo tentada a comprá-lo!

Para além dos vernizes, comprei o pincel Argent Makeup #102 que estava com 10% de desconto, e uma máscara hidratante em doses individuais no stand da Nativa do Brasil (que também estava com preços promocionais).


Ainda trouxe umas amostrinhas e uma escova de cabelo Wella na Pluricosmética, e também amostras da Macadamia na SKPro que é o primeiro distribuidor oficial da marca em Portugal. Só gostava de saber os preços para comparar, mas a loja online deles requer registo prévio para visualizar os preços, e estou à espera desde segunda-feira que me confirmem o registo...

Termino deixando um grande beijinho à Jael do Coquette à Portuguesa, pois foi graças a este blog que ganhei um convite para ir à IN BEAUTY!

Dangerous Chic by Patrick


Quando soube que o Patrick da SkinLife tinha criado uma cor de verniz para a nova colecção da Nails 4'Us não descansei até meter as mãozinhas no verniz. Ou antes, o verniz nas mãozinhas! O Dangerous Chic é um Pó de Diamante, nome dado pela Nails 4'Us à textura glitter irregular que outras marcas chamam açúcar, areia, etc. É um glitter meio champanhe meio taupe, um neutro que fica bem com tudo e dá um efeito fantástico. No frasco vem um papelinho a dizer que fica perfeito em uma camada, mas eu passei duas e acho que assim é que arrasa!


As novas cores da colecção exclusiva Nails 4'Us encontram-se à venda nos quiosques da marca, na Sephora e, claro, na SkinLife!

Update: ontem depois de trocar aqui em baixo alguns comentários sobre a comparação deste verniz com o Graphite da Chanel, apercebi-me que a comparação mais próxima para o Dangerous Chic é... a sombra Illusion D'Ombre na cor #83 Illusoire. Great minds think alike!

se ainda dúvidas houvesse


A minha opinião sobre o senhor actualmente à frente da casa YSL está mais ou menos como o rating da banca portuguesa nos mercados. Tenho muito pouca paciência para pessoas que se dão ares de reizinhos, ainda por cima quando cada colecção é pior que a última.

a problemática do cântaro na fonte

Blusão Pele Gola Grande, € 279, Massimo Dutti

Isto de ter lojas à porta é lixado, porque é mais ou menos a mesma coisa que ser alcoólico e ter um bar no rés-do-chão do prédio. Tantas vezes vai o cântaro à fonte, que um dia fica lá a asa. Se não é uma é a outra, e se na estação passada andava maravilhada pela colecção da Mango, neste Outono-Inverno é a Massimo Dutti que me dá a volta à cabeça.

Este blusão tipo parka apareceu no avanço de estação da Massimo Dutti, ainda em Julho, e deu-me a volta à cabeça até eu lhe vislumbrar o preço. Sim, oh sim, o cabedal é daquele que parece manteiga, a cor é o camel perfeito. Mas não me parece que se justifique custar cerca de 30% a mais que o preço médio de um casaco de cabedal na Massimo Dutti, e que já de si já é salgado!

Eis que seguindo o conselho de uma boa amiga, decidi tirar as teimas e experimentei-o na loja. Resultado: fica-me mal. Juro que quase senti alívio. A verdade é que aquela bainha arredondada atrás não me favorece mesmo nada, não sei explicar porquê.

Blusão Pele Gola Borrego, € 199, Massimo Dutti

Claro que depois vi este e apaixonei-me (e sim, assenta-me perfeitamente), por isso estou lixada na mesma. Mas lembro-me bem que no ano passado e nesta mesma loja, no início de Novembro, apanhei um casaco de cabedal a metade do preço! Portanto: esperar pacientemente, trancar os cartões, esperar...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...