the oscars 2015: casais fofos

Há pessoas que individualmente até são muito atraentes mas depois vemo-los com a cara metade no tapete vermelho e parecem duas figuras de cera do Madame Tussaud's que puseram a posar lado a lado. E depois há casais como estes dois:


Benedict Cumberbatch e Sophie Hunter, empenhados numa cruzada de promoção do amor conjugal que está a arruinar corações por esse mundo fora. Até agora já noivaram, produziram um Cumberbaby que está ali aconchegado por baixo do vestido Lanvin da Sophie, e ainda casaram no Dia de S. Valentim. E não é lindo o vestido? Adoro como cai lindamente, tem um ar muito minimalista, e vai-se a ver e tem uma discreta mas vertiginosa abertura de lado. Assim como aquele famoso vestido Versace da Elizabeth Hurley, mas em chique.


E depois disto vai-se a ver e o rapaz ainda passa a vida a perguntar-lhe "estás bem, querida?" não vá dar-se o caso de tantos flash deixarem a Sophie indisposta. A sério, parem que eu não aguento.


Chris Pratt e Anna Faris, um dos casais mais amorosos de Hollywood. Anna veste Zuhair Murad e Chris veste Tom Ford. Dizem por aí que Chris Pratt poderá protagonizar um reboot da série Indiana Jones. Por um lado acho que deviam parar com esta mania dos remakes. Por outro lado, pode ser que resulte...


Diane Kruger e Joshua Jackson. Tão lindos.


Diane veste uma coisa  Donna Karan Atelier que de lado parece um vestido mas depois vai-se a ver e tem umas calças por baixo. Mais um para a categoria "não tente isto se não tiver corpo de supermodelo".


Mais um recém-casado: os ingleses estão desaparecer rapidamente do mercado! Eddie Redmayne casou em Dezembro com Hannah Bagshawe, que para mim tem um dos vestidos mais lindos da noite: um Alexander McQueen que resultou muito melhor que o de Felicity Jones... Está visto que a designer Sarah Burton anda numa fase de pôr coisas nas ancas dos vestidos, mas esta espécie de abanicos de penas resultam bastante melhor que os reposteiros da Felicity. A cor é lindíssima e o cinto de pedrarias também. 


É que o vestido até combina com o Óscar do Eddie (que já agora, também está a usar McQueen).


Idris Elba levou a filha aos Óscares. Tão bom ou melhor que um homem sexy, é um homem sexy a desempenhar deveres paternais. E com estas cenas de amor romântico e familiar vos deixo, que esta gente tão amorosa até me derrete o coração.

the oscars 2015: cate blanchet [the queen has arrived]


Já desisti de tentar encontrar defeitos nesta mulher, que considero um dos actuais expoentes máximos de graça, talento e elegância no mundo do espectáculo. Adoro tudo o que ela veste, porque ela veste qualquer coisa com um porte de rainha sem igual. 


Este simples vestido preto - John Galliano para Maison Martin Margiela, já me tinha esquecido por onde andava o Galliano - poderia ser algo enfadonho noutra pessoa, mas o sorriso de Cate e o maravilhoso colar de turquesas Tiffany's fazem o conjunto. Como dizia Coco Chanel, "a mulher usa o vestido, não é o vestido que usa a mulher".


Cabelo apanhado e maquilhagem super natural a evidenciar a pele perfeita de Cate.


E há coisa melhor que ganhar um Óscar? Há sim, é ganhar um Óscar e recebê-lo das mãos de Cate Blanchett. Por esta altura o doce do Eddie Redmayne ainda não tinha descido à Terra...

the oscars 2015: felicity jones [opinião reservada]


Este vestido Alexander McQueen tem um tom e pormenor extraordinários. Na TV e na maior parte das fotos que vi parecia cinza claro, nesta foto aqui parece alilasado, os detalhes das pequenas flores e das pérolas são lindíssimos, e nos primeiros momentos em que o vi achei-o lindíssimo, como lindíssima achei a maquilhagem da actriz com destaque para os olhos, pele perfeita e lábios neutros.


Depois vi o vestido abaixo da cintura. E neste momento eu e a Mommy, que estávamos as duas a ver o E! com uma mantinha pelos joelhos, dissemos em uníssono, "isto parece um reposteiro". Com todo o respeito pela designer Sarah Burton, eu até percebo o conceito, só que o conceito não resulta. Se repararem, ali do lado e bem na zona das ancas, há umas espécie de argolas que apanham o tecido da saia que depois cai e faz roda. Não sei se é das argolas, se é do próprio tecido, mas a coisa não funciona nada bem.


É pena, porque com uma saia mais direitinha e o tecido a cair melhor, isto seria um dos vencedores da noite. Se calhar bastava terem feito uma bainha um tudo-nada mais subida...

the oscars 2015: lupita nyong'o [mas a sério que isto é calvin klein?]


O vestido não é exactamente consensual mas considero-o um dos mais originais da noite, e não escondo a minha incredulidade ao saber que era Calvin Klein. Isto é o problema de ter vivido na década de 90 quando Calvin Klein era a coisa mais cinzenta e sensaborona deste mundo. Com cerca de 6.000 pérolas bordadas, está firmemente na categoria "não tente isto em casa se não for Lupita Nyong'o" mas a figura esguia da actriz e a sua pele resplandecente são realçados pelo corte do vestido e pelo brilho das pérolas.


Para a famosa after party da Vanity Fair, Lupita trocou as suas pérolas por um outro modelo Calvin Klein, desta vez em dourado, que lhe fica igualmente a matar.

the oscars 2015: margot robbie [onde a patuxxa faz as pazes com hedi slimane]


Quem me lê há uns tempos deverá lembrar-se que a prestação de Hedi Slimane na Yves Saint Laurent - à qual o moço teima em chamar apenas Saint Laurent mas eu não vou nessas novilínguas - não me tem impressionado sobejamente. É que depois da mudança de nome e da colecção grunge o trauma foi tão grande que eu deixei de seguir as colecções para não sofrer mais desgostos. 

Mas depois de ver Margot Robbie no tapete vermelho tenho de dar a mão à palmatória: gosto, sim senhor. Atrevo-me a dizer que é algo que o próprio Monsieur Yves aprovaria. Tem qualquer coisa de anos 70, Studio 54, Michelle Pfeiffer no filme Scarface. A fluidez e simplicidade do vestido, num evento cheio de saias rodadas e brilhantes, têm qualquer coisa de transgressor. E consegue fazer a actriz parecer altíssima, quando ela é um pequenino Pinypon como eu.


Claro que o estilo e atitude de Margot Robbie fazem muito para "vender" o vestido. A jóia Van Cleef & Arpels dá um toque original sem destoar, o cabelo está perfeito, e os lábios vermelho morango são provavelmente a minha maquilhagem favorita da noite; várias fontes citam que se trata do Opaque Rouge da marca Hourglass, na cor Raven.

querida Rihanna,


Sabes que até gostei do teu primeiro álbum mas desde então quanto mais roupa tiras, menos eu aprecio a tua música. Até compreendo a tentativa (tua e dos teus produtores) de vender a tua imagem como uma espécie de Beyoncé cruzada de Madonna mas a isso só tenho a dizer, e é a minha opinião pessoal, stop trying to make fetch happen. Tomando isto em consideração, tenho a dizer que este vestido Giambattista Valli é um passo muito positivo na reabilitação desse vício de pôr tudo à mostra. Mas confesso que olho para ti e só penso nisto:

REDValentino


A boa notícia é que depois de ANOS à procura de um casaco preto, comprei a coisa mai'linda do mundo nos saldos. É a minha cara e assenta-me que nem uma luva.


A má notícia é que mesmo em saldo isto estourou o meu orçamento de roupa mais ou menos para os próximos seis meses, portanto além da dieta de beleza e cosméticos, estamos em dieta de trapos.

"review": Rodial Super Acids X-treme Pore Shrink Cleansing Pads


A Rodial tem um problema. A bem dizer tem dois, sendo que o primeiro é ser estupidamente cara. Mas já lá vamos. O outro problema a que me refiro, reside exclusivamente no departamento de marketing da Rodial, que insiste em dar nomes quilométricos e amiúde estúpidos a produtos que de outro modo seriam muito meritórios. Eu se fosse a administração / accionistas da marca já tinha despedido esta gente toda (e não sei se o fizeram já...), porque a lista de asneiras já vai grande:

#1: Dar a produtos de corpo (anti-celulíticos e demais) nomes como Crash Diet, Boob Job, Tummy Tuck e Size Zero;

#2: Ir buscar um fotografia da actriz Mila Kunis para ilustrar um anúncio ao referido anticelulítico Size Zero, com a implicação que o uso do mesmo nos dará o corpinho da actriz. À conta desta brincadeira levaram uma castanha da ASA (Advertising Standards Authority, a entidade reguladora da publicidade no Reino Unido) e foram obrigados a retirar o dito anúncio por se tratar de publicidade enganosa; e

#3: Dar a uma linha de cuidados de rosto destinada a peles maduras o nome de... Cougar Skin.


Estratagemas como estes apenas desviam as atenções dos verdadeiros méritos dos produtos da marca. E os que eu experimentei até agora são bastante bons, dispensando publicidade idiota como os exemplos acima referidos! Espero que quem de direito tenha aprendido algumas lições e que no futuro possam concentrar-se em fórmulas e não em anúncios.

Feita esta longa introdução, passamos aos Super Acids X-treme Pore Shrink Cleansing Pads, que fazem parte da nova linha Super Acids e consistem em pequenas toalhitas embebidas num tónico exfoliante, com os seguintes ingredientes: Aqua (Water), PEG-7 Glyceryl Cocoate, Butylene Glycol , PEG-40 Hydrogenated Castor Oil, Sodium Cocoyl Apple Amino Acids, Glycerin, Olive Oil PEG-7 Esters, Allantoin, Phenoxyethanol, Salicylic Acid, Benzyl Alcohol, Sodium Chloride, Enantia Chlorantha Bark Extract , Disodium EDTA, Tocopheryl Acetate, Dehydroacetic Acid, Lactobacillus Ferment Lysate, Oleanolic Acid , Sodium Benzoate, Potassium Sorbate.

Nos últimos tempos tenho experimentado com sucesso a exfoliação com ácidos, desde os tónicos como o Doux Exfoliant Clarté da Clarins à Glycolactic Radiance Renewal Mask da REN, com resultados bastante positivos. Assim sendo, a linha Super Acids interessou-me bastante e resolvi experimentar estas toalhitas, que comecei a utilizar há cerca de três semanas quando se me acabou o supra referido Doux Exfoliant Clarté.

De acordo com as instruções da marca, as toalhitas exfoliantes devem utilizar-se de manhã e à noite, com uso obrigatório de protecção solar. A Rodial promete que reduzem o tamanho dos poros, afinam o grão da pele e a radiância da mesma, e controlam a produção de oleosidade. Ora sucede que isto custa € 43 por uma embalagem de 55 toalhitas e aqui a forreta, nas duas primeiras semanas, apenas utilizou o produto à noite. Ao fim dessas duas semanas cheguei à conclusão que a experiência estava a ser muito fraquinha e lá decidi utilizar o produto como manda a marca, de manhã e à noite. Aí, sim, comecei a ver resultados: há uma redução efectiva no tamanho dos poros do nariz, perpetuamente dilatados; a pele está suave e luminosa, e noto redução de algumas recentes pigmentações de acne na zona do queixo. Sobre a produção de oleosidade não me pronuncio, visto que estamos a meio de um dos Invernos mais secos de que há memória e até tenho usado um hidratante mais rico para acudir à minha pele.

Conclusão: isto é muito bom, mas obscenamente caro. Pode ser que tenhamos sorte e a Rodial volte ao Showroomprivé nos próximos tempos (foi lá que comprei os outros produtos que tenho da marca, todos da linha Dragon's Blood), caso contrário não me vejo a recomprar.

uma espécie de prendas atrasadas

Desde o primeiro momento em que a Coisas & Cenas anunciou 2015 como o seu ano sem compras de beleza que a ideia me atraiu por um lado e apavorou por outro. Por um lado é um óptimo incentivo para gastar uma boa quantidade de produtos em vez de os acumular; mas por outro lado, diacho, eu sou como aqueles pássaros que enchem os seus ninhos de coisas brilhantes. Deixei a ideia maturar e a verdade é que o destino deu uma ajuda com a pobreza franciscana dos saldos de maquilhagem. Além disso como o meu aniversário é em Janeiro, dei por mim com uma quantidade inusitada de vales oferta que me permitiram ir satisfazendo o vício a custo quase zero. Preparem-se para um verdadeiro relato de extreme couponing!

Em primeiro lugar, e com dois vales de € 7,50 na Marionnaud, veio o verniz La Laque da Guerlain na cor #602 Tonka Imperiale, que andava a namorar há já alguns meses. Tem semelhanças notórias com o Particuliére da Chanel mas é uma cor de base mais quente. É o meu primeiro verniz da Guerlain e a primeira semana de uso correu bastante bem. Com os dois vales ficou em € 7,10 em vez de € 22,10.

Uns dias depois visitei a Douglas para gastar outro vale, desta vez de € 10. Dessa vez estava pouco inspirada, mas ao dar de caras com a nova colecção Kingdom of Colors da Dior foi amor à primeira vista. A colecção Primavera de 2014 não me atraiu muito porque se centrava em tons pastel que não me favorecem; mas a colecção Kingdom of Colors tem como cor de eleição o coral, que é uma das minhas cores preferidas em maquilhagem. Favorece os meus tons, é fácil de usar, e tem um je ne sais quoi primaveril que deixa uma pessoa instantaneamente bem disposta! O produto que mais me atraiu foi o blush #873 Cherry Glory, um coral intenso que usado de forma comedida fica irresistível.


Finalmente veio como oferta do cartão Sephora Gold um vale de € 30 com uma particularidade algo inconveniente: só podia ser usado em produtos até € 30 exactamente, não sendo possível pagar a diferença em dinheiro. Claro que passei vinte minutos a dar voltas na Sephora à procura de um produto que gostasse e cujo preço estivesse o mais próximo possível de € 30 sem ultrapassar. Ora os primers da Make Up Forever custavam € 32, ora o batom da Estée Lauder custava € 30,50, e a dada altura os dois finalistas revelaram-se a paleta Naked Basics da Urban Decay que custava € 27,85 e o bronzer Chocolate Soleil da Too Faced que custava € 29,90. Como ainda na semana anterior tinha comprado nos saldos uma paleta em tons neutros (os pouquíssimos achados dos saldos serão alvo de relato à parte), acabei por trazer o bronzer.

E que belíssima compra! Já tinha lido rasgados elogios aos pós e bronzers da Too Faced, mas este produto conseguiu surpreender-me ainda assim. É um pó finíssimo, com um ligeiro aroma a cacau, completamente mate e de um tom bastante favorecedor e sem vestígios de alaranjado; na minha opinião o seu fundo relativamente neutro permite que seja utilizado como pó de contorno em muitos tons de pele, incluindo o meu, mas trata-se de uma questão que dependerá do tom e do gosto de cada um. Requer um pincel bastante fofo e mão leve, uma vez que o pó se solta facilmente e uma aplicação pesada deixa a cara às riscas. Mas ganhei-lhe rapidamente o jeito e o Chocolate Soleil depressa se tornou um concorrente de peso ao meu bronzer habitual, o bem-amado Nude Glow #03 da Burberry (que é outro bronzer mate, suave e sem tons laranja).

Depois disto não comprei mais maquilhagem por enquanto. Se bem que antevejo tentações nos dias que se aproximam!

"resting bitchface", ou mais um devaneio da sociedade virtual

O jornal online Observador menciona hoje, citando uma notícia do tablóide inglês Daily Mail, o caso de uma senhora inglesa que deixou de sorrir aos 10 anos de idade "para não ter rugas". Aos 50 anos, Tess Christian diz que graças à sua estratégia evitou desenvolver rugas sem gastar dinheiro em cremes ou Botox. A senhora tem sem dúvida uma pele bonita, mas não deixo de pensar que se calhar isto é ir um bocadinho longe demais. Assim tipo querer ir de Sta. Apolónia a Lisboa Oriente e acabar em Coimbra B.

A ser verdade a história, conclui-se que Tess Christian foi afinal a inventora de um dos "fenómenos" dos nossos tempos: a resting bitchface. Eu explico. Sem dúvida que já repararam que através das redes sociais se propagam manias ou expressões, muitas delas relacionadas com auto-imagem e quase todas incidindo sobre temas absolutamente triviais que de súbito algumas pessoas desatam a dramatizar como se fosse o fim do mundo. Aqui há uns tempos foi a mania do thigh gap, à qual me abstenho de dar mais tempo de antena porque denota uma preocupação muito perigosa com magreza excessiva. De há uns tempos para cá é a resting bitchface. Para usar outra expressão das redes sociais, tudo isto se resume a first world problems de pessoas que passam demasiado tempo a preocupar-se com coisas ridículas.

O que é afinal a resting bitchface? Segundo o Urban Dictionary, trata-se de «a person, usually a girl, who naturally looks mean when her face is expressionless, without meaning to».

Atentemos desde logo no fragmento «usually a girl». A sociedade ainda quer as mulheres afáveis e sorridentes. Algo está errado com uma mulher que não sorri. Porque é que ela não sorri? Ela não quer agradar? Porque todas as mulheres deviam querer agradar aos outros, certo?

Pois, se calhar não. Deve ser por isso que entre as figuras públicas identificadas como "vítimas" de resting bitchface se conta desde logo a inigualável Anna Wintour. O seu rosto impassivo na primeira fila dos desfiles de moda inspira medo e terror no coração de qualquer designer. Esta é a mulher a quem certa vez chamaram nuclear Wintour (nuclear winter, estão a ver?) portanto tenho uma pequeníssima dúvida sobre a intencionalidade desta bitchface. E já agora, Anna Wintour está-se nas tintas para os vossos rótulos.


Outra "vítima" é Victoria Beckham que realmente tem uma grande tendência para surgir nas fotos como se estivesse a torcer o nariz a qualquer coisa. Eu tenho o livro dela That Extra Half an Inch e devo dizer que fiquei surpreendida com o bom humor do texto (ainda que ande por ali um ghost writer, algum mérito permanece), portanto desde então que desconfio que Victoria não é tão sisuda como parece nas fotos. Tendo em conta o maridão e os quatro filhos lindos, e a marca de sucesso que gere, não me parece que Victoria Beckham perca tempo a pensar se fotografa bem ou não.


Quando estas coisas se tornam virais há sempre a tendência de ir buscar exemplos "históricos" sendo um deles esta imagem de Vivien Leigh em E Tudo o Vento Levou, que até surge num meme relacionado com o termo resting bitchface. Como sempre pega-se nas coisas pela rama, porque qualquer pessoa com dois dedos de testa que se lembre bem do filme e da personagem Scarlett O'Hara percebe que esta bitchface nada tem de resting e é talvez a bitchface mais propositada da história. É mais outra senhora que se está nas tintas para as opiniões dos outros.


Após a história da resting bitchface circular durante uns meses, alguém finalmente percebeu que os homens também "sofrem" desta "maleita", sendo frequentemente citado o exemplo do cantor Kanye West. 


E não podemos esquecer-nos de YOU KNOW NOTHING, JON SNOW!, perdão, o actor Kit Harington, conhecido pela personagem que interpreta na série A Guerra dos Tronos. A expressão de Kit é naturalmente sisuda e isso não o impediu de alcançar o sucesso no ecrã e nas campanhas da marca Jimmy Choo.


Finalmente, a "sofredora" de resting bitchface mais famosa do planeta: Tardar Sauce, a gata conhecida pelo cognome de Grumpy Cat. O que começou com a simples divulgação viral de umas fotos desta bichana de curiosas feições tornou-se num fenómeno a nível mundial que tornaram Tardar Sauce e a sua dona muito ricas! O ar perpetuamente rabugento de Tardar Sauce deve-se ao facto de sofrer de nanismo, mas de resto é uma gata saudável e feliz que só difere dos outros gatos por tirar muitas fotografias.


Se há uma lição a tirar de tudo isto, ela é certamente: resting bitchface? Who cares? De qualquer modo daqui a dois dias ou dois meses alguém há-de inventar a próxima mania e vamos todos esquecer-nos deste problema imaginário e passar ao próximo.
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